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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 15/02/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira, seguindo desempenho positivo em Wall Street, enquanto o dólar caia.

O Nikkei do Japão subiu 1,47%, para fechar em 21.464,98 pontos. A maioria dos setores fechou em território positivo apesar do iene mais firme. Destaque para os setores de tecnologia e financeiro, que registraram ganhos substanciais. O setor de manufatura também fechou em alta. O benchmark passou por pressão na última sessão depois que o dólar caiu para a mínima de 15 meses contra o iene durante o horário comercial asiático.

Na frente dos dados econômicos, o núcleo de encomendas de máquinas do Japão em dezembro caiu 11,9%, um declínio maior do que a queda mediana de 2,3% projetada.

Em Sydney, o ASX 200 subiu 1,16% para terminar em 5.909 pontos, com os setores de energia, materiais e ouro entre os setores de melhor desempenho. As principais mineradoras foram destaques de alta no dia: o Rio Tinto saltou 4,06% e a BHP ganhou 3,56%. Destaque negativo para a s seguradora australiana Suncorp que caiu 2,4% depois de reportar queda de 15,58% no lucro líquido na metade do ano, para 452 milhões de dólares australianos (US $ 358 milhões), abaixo da previsão de US $ 486 milhões, citando aumento de indenizações por riscos naturais acima do esperado como um fator que afetou seus ganhos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 1,97%, com os setores financeiros, comércio e indústria contribuindo para os ganhos. China Construction Bank terminou a sessão com ganhos acima de 4,69% e HSBC avançou 2,01%. Segundo analistas, alguns investidores provavelmente fecham posições "short" nas ações da cidade antes do feriado.

Os mercados da China, Coreia do Sul, Taiwan e Vietnã permaneceram fechados nesta quinta-feira por conta do feriado do Ano Novo Lunar.

No mercado cambial, o índice do dólar, que rastreia a moeda dos EUA contra uma cesta de moedas rivais, caiu para 88,876 ante fechamento de quarta-feira de 89,006. O declínio do greenback ocorreu apesar das expectativas de que as pressões da inflação influenciariam a caminhada das taxas de juros do Federal Reserve. 

Contra o iene, o dólar foi negociado em 106,40 depois de deslizar para 106,29 no início da sessão. Destaca-se que o ministro das Finanças japonês, Taro Aso, disse na quinta-feira que não tem planos combater as variações da moeda.

Enquanto isso, o dólar australiano caiu US $ 0,7905 após lançamento de dados de empregos de janeiro que atenderam às previsões, mas depois firmaram em US $ 0,7946, acima dos US $ 0,78 visto no início da semana.

Em relação às commodities, os preços do petróleo subiram durante o pregão asiático, depois de um dólar mais fraco na última sessão e um aumento menor do que esperado nos estoques de petróleo dos EUA.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na manhã desta quinta-feira, com investidores digerindo a inflação dos EUA mais fortes do que o esperado, enquanto monitoram os ganhos corporativos e aproveitam a fraqueza do dólar para carregarem em ações relacionadas com commodities.

O índice Stoxx Europe 600 sobe quase 1%, liderado pelos setores de materiais básicos e petróleo e gás. Na quarta-feira, o índice pan-europeu subiu 1,1% em uma sessão volátil. Esses movimentos ajudam o mercado regional de ações a quebrar uma série de perdas semanais.

A alta das ações do setor de recursos básicos, de quase 2%, ocorre também após o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, anunciar sua demissão na sessão anterior. Papeis com alta exposição à África do Sul saltaram com as notícias, como o grupo de serviços financeiros anglo-sul-africanos Old Mutual e a gigante de mineração Anglo American  que negociam com alta de cerca de 3% pouco.

Entre outras mineradoras listadas em Londres, Antofagasta sobe 2,6% e as gigantes BHP Biliton e Rio Tinto sobem 3% cada. 

EUA
Os futuros de ações dos Estados Unidos avançam. O Dow segue no curso para o quinto dia consecutivo de ganhos, tentando se recuperar da queda no início deste mês.

A Cisco Systems Inc. é destaque de alta entre os componentes da Dow, na sequência de seus resultados trimestrais.

Os investidores devem receber uma série de relatórios econômicos, incluindo leituras sobre preços ao produtor e mercado imobiliário.

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: +1,01%
SP500: +0,62%
NASDAQ: +0,68%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 14/02/2018

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam mesclados, já que a desvalorização global visto nos mercados mundiais nas últimas duas semanas perdeu força, enquanto todos aguardam o lançamento dos dados da inflação dos EUA nesta quarta-feira.

O Nikkei do Japão fechou em baixa de 0,43%, em 21.154,17 pontos depois de reverter os ganhos observados inicialmente. O índice chegou a cair 1,42% e tocou em seus níveis mais baixos de quatro meses. Esse movimento fez com que o dólar caísse para as mínimas de 15 meses contra o iene para ¥ 106,85, ante ¥ 108,30 no final da terça-feira. Fabricantes de automóveis fecharam a sessão em território negativo, com Toyota e Honda Motor recuando 2,12% e 1,15%, respectivamente. As ações de tecnologia também foram recuaram. Entre outros pesos pesados, Fanuc Manufacturing caiu 1,38% e Fast Retailing recuou 0,1%.

Os dados do produto interno bruto do Japão no quarto trimestre, divulgados nesta quarta-feira, mostraram que a economia cresceu 0,5% em anualizado, abaixo da previsão de 0,9%.

O Kospi da Coreia do Sul avançou 1,11% para fechar em 2.421,83 pontos, com a Samsung Electronics subindo 3,07%, enquanto SK Hynix caiu 0,13% e LG Electronics perdeu 2,02% no dia.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália caiu 0,25% para fechar em 5.841,2 pontos, com o subíndice financeiro pesadamente ponderado arrastando o índice para baixo. O setor sofreu uma queda de 0,72%, enquanto entre as mineradoras australianas contrabalancearam. BHP Biliton subiu 0,7%, Fortescue Metals e Rio Tinto avançou 0,2% cada.

Os mercados da China passearam em território positivo, embora o volume de negociação tenha sido baixo, antes dos diversos feriados do Ano Novo Lunar. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 2,27%, com o setor financeiro registrando um desempenho forte. HSBC ganhou 2,26% e a seguradora AIA aumentou 1,06. O peso pesado do setor tecnológico, Tencent, aumentou 2,23%, assim como a maioria dos pares do setor de tecnologia. 

Nos mercados continentais, o composto de Shanghai avançou 0,46% para fechar em 3.199,48 pontos, enquanto o composto de Shenzhen ganhou 0,48% para terminar em 1.739,15.

Os mercados da China Continental irão fechar entre 15 de fevereiro a 21 de fevereiro, enquanto os mercados de Hong Kong fecharão de 16 de fevereiro a 19 de fevereiro para as festividades do Ano Novo Lunar. Outros mercados regionais, incluindo a Coreia do Sul, Taiwan e Cingapura, também finalizarão a semana mais cedo devido feriados.

Os mercados do Vietnã permaneceram fechados nesta quarta-feira para os feriados do Ano Novo Lunar.

EUROPA: As bolsas europeias marcharam para cima, enquanto os investidores monitorando o lançamento de balanços corporativos, dados econômicos e esperam a divulgação do relatório sobre a inflação dos EUA. O índice Stoxx Europe 600 avança 0,8% para 373,49 pontos. Na terça-feira, o índice perdeu 0,6%.

Destaque no pan-índice para as ações do Credit Suisse, que reportou uma perda líquida de 983 milhões de francos suíços (US $ 1,1 bilhão) em 2017. O segundo maior banco da Suíça atribuiu créditos aos impostos americanos pela sua terceira perda anual consecutiva. Os números ficaram aquém das estimativas e suas ações avançam 2,5%.

O produto interno bruto da Alemanha aumentou 0,6% no quarto trimestre e 2,9% em 2017. O crescimento foi favorecido pela demanda por exportações alemãs, embora os números indicassem uma leve queda de 0,7% no quarto trimestre. O DAX 30 da Alemanha opera em alta.

O FTSE 100 do Reino Unido avança, liderados pelos grupos financeiros e de bens de consumo. Na terça-feira, o índice de referência caiu 0,1% após uma sessão com grande volatilidade. A libra cai 0,1439% frente do dólar e é negociada em US $ 1,3882, ligeiramente inferior a US $ 1,3894 no final de terça-feira em Nova York. Entre as mineradoras, Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 1,5%, BHP Biliton sobe 0,5% e Rio Tinto recua 0,4%.

Entre outros dados econômicos, a produção industrial da zona do euro cresceu 0,4% em dezembro, ante estimativa de 0,2% do FactSet, enquanto a leitura do PIB da zona do euro no segundo trimestre ficou em 0,6%, atendendo às expectativas.

EUA
Os futuros de ações dos EUA apontaram para uma abertura com ganhos, colocando o Dow no caminho para o quarto dia consecutivo de alta.

Os investidores aguardam a leitura sobre a inflação que será divulgada antes do sino de abertura. Os dados tem sua importância, porque a recente queda do mercado foi atribuída em grande parte à preocupações com a aceleração da inflação. O mercado prevê um aumento de 0,4% no índice de preços ao consumidor, além de um aumento de 0,2% para o IPC central.

Nenhum oficial do Federal Reserve está programado para fazer discursos.

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: +0,45%
SP500: +0,39%
NASDAQ: +0,41%

BOVESPA:
Não houve negociação e liquidação na bolsa tanto na segunda, quanto na terça-feira em razão do Carnaval. As operações serão retomadas nesta Quarta-feira de Cinzas às 13h.

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 09/02/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira, seguindo os índices dos EUA, que aceleraram as perdas na última sessão.

O Nikkei do Japão caiu 2,32%, para fechar em 21.382,62 pontos com perdas observadas na maioria dos setores. O Nikkei continuou a sua trajetória de correção, tendo já caído cerca de 12% em relação às últimas 52 semanas. As montadoras de automóveis, finanças e as "techs" encerraram a sessão em forte baixa. Entre as blue chips, Toyota afundou 1,14%, Fanuc Manufacturing perdeu 3,98% e  Fast Retailing recuou 3,69%.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,82% para terminar em 2.363,77 pontos, com a maioria dos setores fechando o dia em território negativo. A peso-pesada Samsung Electronics caiu 2,83%, ajudado pela notícia de que os promotores haviam realizado uma busca e apreensão nos escritórios da empresa na quinta-feira, como parte de uma investigação ao presidente Lee Myung-bak.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália diminuiu 0,89% para fechar em 5.838 pontos, com todos os setores no vermelho. O setor de energia registrou perdas de 2,14%, enquanto o subíndice financeiro caiu 0,51%.

Os mercados da China também tiveram um dia de baixa. O Índice Hang Seng de Hong Kong perdeu 3,10%. Antes do fechamento do mercado, o HSBC e China Construction Bank caiam 0,87%e 4,33%, respectivamente. Os promotores imobiliários também registraram declínios significativos: China Evergrande caiu 5,79% e Country Garden caiu 6,12%, enquanto a gigante Tencent negociou 2,43% menor. No continente, o composto de Shanghai caiu 4,02% e o composto de Shenzhen afundou 3,19%. O índice de blue chips CSI 300 caiu 4,26%. As principais seguradoras do continente apresentaram desempenho inferior ao mercado mais amplo. Ping An Insurance Group perdeu 6,58% e China Life Insurance recuou 6,66%.

O Banco Popular da China anunciou nesta sexta-feira que liberou cerca de US $ 316,28 bilhões em liquidez para atender a demanda antes do Ano Novo Lunar, enquanto isso, os dados divulgados nesta sexta-feira mostraram que o índice de preços ao consumidor subiu 1,5% em janeiro, em comparação com um ano atrás, dentro das previsões. O índice de preços no produtor subiu 4,3% ao ano, ligeiramente abaixo dos 4,4% previstos pelos analistas.

No mercado das commodities, os preços do petróleo aumentaram as perdas depois de recuarem pelo quinto dia consecutivo na quinta-feira.

EUROPA: Os mercados europeus operam em baixa nesta sexta-feira de manhã, com investidores acompanhando a turbulência observada nos mercados globais. O índice Europe Stoxx 600 cai 0,76%. O benchmark pan-europeu está a caminho para uma perda semanal de 4,1%, o que seria a maior queda desde fevereiro de 2016.

Os bancos seguem entre as ações mais afetadas pelo "selloff". O Stoxx 600 Banks Index recua 1,63%, levando a perda semanal de 4,1%.

Em uma nota positiva, as ações da L'Oréal sobem 1,34% depois que o grupo francês de cosméticos divulgou que as vendas do quarto trimestre ultrapassaram as expectativas.

O FTSE 100 do Reino Unido cai pela oitava vez em nove sessões na sexta-feira, seguindo a caminho para sua pior semanal em 15 meses. Para a semana, o índice busca uma queda de 4,1%, o que seria pior desde novembro de 2016. O setor de mineração é um dos poucos em território positivo em Londres. Anglo American sobe 1,8%, Antofagasta sobe 1,6%, BHP Biliton avança 0,8% e Rio Tinto sobe 1,4%.

A libra cai 0,5247% frente ao dólar para US $ 1,3962, ante US $ 1,3914 no final da quinta-feira em Nova York.

A produção industrial francesa aumentou ligeiramente mais do que o esperado em dezembro, subindo 0,5%. Enquanto isso, na produção industrial do Reino Unido caiu 1,3% em dezembro devido a uma paralisação de emergência de um importante oleoduto no Mar do Norte.

EUA
Após pesadas perdas na quinta-feira, os futuros de ações dos Estados Unidos sobem no início da sexta-feira, mas a volatilidade foi próxima. Uma queda de mais de 1000 pontos para o Dow no final da quinta-feira pesa nos mercados globais.

As perdas vieram devido à temores crescentes de que uma inflação mais rápida do que o esperado poderá levar o Federal Reserve a subir suas taxas mais vezes do que o esperado atualmente. 

A política permanecerá no foco os investidores, já que o Senado aprovou um acordo orçamentário de dois anos, mas o pacote chegou muito tarde na Casa para evitar um "shutdown" do governo . É esperado uma votação na Câmara no início desta sexta-feira, com aprovação e a revogação do presidente Donald Trump é exigido para a suspensão desse encerramento.

Os dados de comércio para dezembro é o único item importante na agenda econômica. Esse relatório é devido às 13h00.

ÍNDICES FUTUROS - 9h30:
Dow: +0,17%
SP500: +0,41%
NASDAQ: +0,27%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 08/02/2018

ÁSIA: Os índices de ações asiáticos fecharam em alta, mesmo após fechamento ligeiramente mais baixo observado em Wall Street à medida que os rendimentos das obrigações dos EUA aumentaram novamente.

Em Tóquio, o Nikkei saltou 1,13%, para fechar em 21.890,86 pontos. Finanças e fabricantes de automóveis negociaram em alta: Toyota aumentou 2,43%, Fanuc Manufacturing ganhou 3,57% e o Mitsubishi UFJ Financial Group avançou 1,09% ao final do dia. As ações de tecnologia fecharam misturadas: Nikon avançou 0,4%, enquanto a Nintendo caiu 1,31%.

A empresa de resseguros Swiss Re disse que estava em negociações com a SoftBank sobre um "potencial investimento minoritário". Separadamente, o conglomerado japonês anunciou na quarta-feira que estava se preparando para listar seu braço doméstico de telecomunicações, SoftBank Corporation. As ações da SoftBank reverteram as perdas iniciais para fechar em alta de 0,98%.

Mesmo com os ganhos de quinta-feira, o Nikkei ainda recua quase 4,5% nesta semana.

Em Seul, o Kospi fechou 0,46% maior em 2.407,62 pontos depois de terminar em território negativo na quarta-feira. A fabricante de chips SK Hynix subiu 3,94%, ampliando os ganhos da última sessão. A Samsung Electronics chegou a 0,44% de alta no final do dia, apesar da notícia de que seu presidente, Lee Kun-hee, é suspeito de evasão fiscal. A siderúrgica Posco fechou 1,23% menor, a Hyundai Steel caiu 0,55% e a Samsung Engineering adicionou 1%.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália subiu 0,24% para terminar a sessão em 5.890,7 pontos, com perdas nos setores de energia e materiais sendo compensadas pelos ganhos no subíndice financeiro pesadamente ponderado. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 1,7%, Fortescue Metals caiu 1,2% e Rio Tinto recuou 1,4%. Rio Tinto anunciou na quarta-feira um dividendo recorde de $ 5,2 bilhões, ou US $ 2,90 por ação, enquanto os ganhos da empresa em 2017 aumentaram 69% para US $ 8,63 bilhões. A mineradora também anunciou uma recompra de ações de US $ 1 bilhão.

O Índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,42%. Entre as blue chips, o HSBC subiu 0,56% e a gigante da tecnologia Tencent avançou 1,49% antes do fechamento do mercado. As ações relacionadas à energia estavam em território negativo. 

Os índices no continente fecharam misturados: o composto de Xangai deslizou 1,42% para fechar em 3.262,15 pontos, enquanto o composto de Shenzhen aumentou 1,18% para finalizar em 1.734,57 pontos. O índice de blue chips CSI 300 caiu 0,96%, enquanto os bancos aumentaram as perdas visto na última sessão: o Banco Industrial e Comercial da China caiu 4,35% e o Banco da China perdeu 3,49%.

Os dados comerciais divulgados na quinta-feira mostraram que as importações chinesas nominadas em dólares aumentaram 36,9% em janeiro, superando a previsão de 9,8%. Enquanto isso, as exportações em dólares aumentaram 11,1%, acima dos 9,6% projetados. O superávit comercial do país, no entanto, ficou aquém das expectativas.

O yuan teve o seu pior dia em um ano, declinando 1%. Mais cedo, o Banco Popular da China estabeleceu o ponto médio do yuan em 6,2822 por dólar, seu nível mais alto em dois anos e meio.

EUROPA: As bolsas europeias negociaram em queda, enquanto investidores apreciam o último lote de balanços corporativos, antes da decisão do banco central do Reino Unido. O índice Stoxx Europe 600 cai 0,30%, pesada pelos setores de telecomunicações, materiais básicos e petróleo e gás, enquanto os serviços ao consumidor e o grupo financeiro apresentam pequenos ganhos. Na quarta-feira, o índice subiu 2%, quebrando uma série de sete quedas consecutivas.

O euro manteve-se em baixa na quinta-feira após o dólar saltar quarta-feira após notícias de um potencial acordo sobre o orçamento do governo americano. Um euro mais fraco pode ajudar os exportadores europeus, pois torna seus produtos menos dispendiosos para os clientes estrangeiros comprarem, mas a queda na moeda compartilhada não ajuda o setor.

As ações de energia caem na sequência da baixa nos preços do petróleo nominados em dólares, reflexo de um dólar mais forte.

No Reino Unido, todos esperam pelo chamado "Super Thursday" do Banco da Inglaterra - o lançamento da decisão da taxa do banco, minuta da reunião e relatório de inflação trimestral de uma só vez, seguido de uma conferência à imprensa pelo governador da BOE, Mark Carney. Não se espera nenhuma surpresa nesta reunião, mas analistas dizem que o banco central poderia aumentar a taxa de juros em maio. 

O índice FTSE 100 opera em baixa, ajustando-o para uma queda de 2,6% na semana. O índice de referência de Londres caiu para uma baixa de 10 meses na terça-feira na sequência de um "selloff" nos EUA, mas depois recuperou 1,9% na quarta-feira. A libra cai para US $ 1,3870, abaixo de US $ 1,3882 visto no final da quarta-feira em Nova York.

Entre as empresas de energia que rastreiam os preços do petróleo, Royal Dutch Shell cai 1,1% e BP perde 0,8%. No espaço de mineração, Antofagasta cai 2,1%, Glencore perde 1,6% e Rio Tinto recua 1,7%, enquanto BHP Biliton desaba 2,8%.

EUA
Os futuros de ações dos EUA operam entre pequenas altas e baixas, com investidores parecendo evitar fazer grandes apostas depois de um forte "selloff" no início da semana. 

O mercado de ações está tentando estabilizar, mas o desempenho continua a cair acentuadamente durante a semana. Os analistas afirmam que a venda recente, em parte, foi devido ao aumento do rendimento das obrigações em meio a sinais de inflação mais fortes. Os três índices dos EUA caíram entre 2,5% e 2,9% na semana até quarta-feira. O Dow cortou o seu ganho nos últimos 12 meses para 24%.

As preocupações políticas também podem pressionar um pouco o mercado, uma vez que um encerramento parcial do governo federal é considerado se os legisladores não acordarem sobre os gastar até a meia-noite. O líder da maioria do Senado, Mitch McConnell e o líder da Minoria do Senado, Chuck Schumer, apresentaram um acordo na quarta-feira. Os republicanos precisarão da ajuda dos democratas para aprovação, já que os conservadores provavelmente se oporão a um grande aumento nos gastos do governo.

Um relatório sobre reivindicações semanais de seguro desemprego está programado para atingir às 11h00, com economistas prevendo 235 mil pedidos.

O presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, disse no início de quinta-feira em um evento na Alemanha que a recente correção nos mercados financeiros é saudável e é improvável que prejudique as condições financeiras ou a economia dos EUA.

Três outras autoridades do Federal Reserve estão programados para falar mais tarde: o presidente do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, estará falando sobre a perspectiva econômica e o impacto para as faculdades às 11 horas, enquanto o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari estará participando de uma discussão na câmara de comércio de Pierre, SD, às 12h00.

A presidente do Fed de Kansas City, Esther George, deve fazer um discurso sobre as perspectivas econômicas para um grupo empresarial em Wichita, Kan., às 12h00.

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,03%
SP500: +0,06%
NASDAQ: +0,21%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 07/02/2018

ÁSIA: Vários mercados asiáticos desistiram dos ganhos registrados no início da sessão de quarta-feira, apesar dos principais índices dos EUA terminarem a sessão de terça-feira em forte alta.

O Nikkei do Japão chegou a subir mais de 3% no início do dia, mas o índice de referência fechou em alta de apenas 0,16%, em 21.645,37 pontos, com investidores preferindo ficar na defensiva após a forte queda da última sessão. Os fabricantes de automóveis e "players" de tecnologia foram amplamente maiores após declínios observados na última sessão: Toyota subiu 1,18%, Sony ganhou 1,52% e SoftBank Group subiu 3,81% no final da sessão. Entre as blue chips, aanuc Manufacturing fechou 2% menor e Fast Retailing recuou 1,41%.

O Kospi da Coreia do Sul reverteu ganhos iniciais para terminar a sessão em baixa de 2,31%, em 2.396,56 pontos. As ações da peso-pesada de tecnologia Samsung Electronics caíram 3,42%, arrastando o índice para baixo. A rival SK Hynix avançou 1,28%. As perdas também foram observadas nos setores de manufatura, finanças e energia. A siderúrgica Posco fechou 2,67% menor e Lotte Shopping caiu 6,07%.

Em Sydney, o ASX 200 saltou 0,75% para terminar em 5.876,8 pontos com os setores de energia e materiais registrando ganhos. Entre as principais mineradoras, a Rio Tinto e a BHP avançaram 3,82 e 1,81%, respectivamente. Santos avançou 1,62% e Beach Energy subiu 4,82%. Os produtores de ouro tiveram um dia negativo, com o setor declinando 1,96%.

Os mercados continentais aumentaram as perdas após a liquidação da última sessão. O composto de Xangai declinou 1,81% para fechar em 3.309,58 pontos e o Shenzhen Composite caiu 1,68%, para terminar em 1.714,39 pontos. O índice de blue chips CSI 300 terminou em baixa de 2,38%. As ações financeiras do continente estavam entre os setores com pior desempenho na quarta-feira: Banco da China listadas em Xangai caiu 3,57% e o Banco Industrial e Comercial da China despencouo 5,94% no final do dia. Entre as seguradoras, Ping An Insurance terminou a sessão abaixo de 3,32%.

O índice Hang Seng de Hong Kong apagou os ganhos iniciais para fechar em baixa de em 0,89%. A gigante da tecnologia Tencent subiu 1,22%, mas outros pesos-pesados ​​do índice recuaram: a desenvolvedora imobiliária China Evergrande Group caiu 2% e China Unicom caiu 2,69%. As ações de bancos chineses cotadas em Hong Kong também ficaram em território negativo. China Construction Bank e Bank of China recuaram 1,92 e 1,37%, respectivamente.

Segundo analistas, existe preocupações com a falta de liquidez" no mercado chinês. O banco central do país não realizou nenhuma movimentação nos mercados monetários pelo décimo dia consecutivo. A falta de ação de novos fundos geralmente obriga outros, altamente alavancados, a vender ações para permanecer dentro dos limites regulatórios de liquidez.

Os ganhos podem decrescer mais rápido do que o esperado, uma vez que as tensões comerciais com os EUA e uma campanha anticorrupção no setor financeiro da China se intensificam e que um fluxo de capital estrangeiro pode emergir se o dólar der uma guinada de 180%, inclusive contra o yuan chinês.

EUROPA: Mercados europeus operam em alta nesta quarta-feira, quebrando uma corrida de sete sessões de queda, com investidores do mundo todo tentando desprender da forte volatilidade observada nas últimas sessões. O índice Stoxx Europe 600 sobe e segue o movimento de recuperação após o seu menor fechamento desde o final de agosto do ano passado, registrado na terça-feira. o benchmark pan-europeu também postou a maior perda percentual de um dia desde junho de 2016 na terça-feira, na sequência do "selloff" global que começou nos EUA na tarde de segunda-feira.

O setor de petróleo e gás segue entre os melhores desempenho no índice, subindo mais de 1,1% em meio à notícias de ganhos corporativos. Statoil anunciou números mais fortes do que o esperado no quarto trimestre. As ações da Statoil sobem mais de 2,5%.

A empresa sueca de tecnologia industrial Hexagon chegou ao topo do benchmark europeu após dizer que as vendas nos últimos três meses de 2017 aumentaram acentuadamente em relação ao trimestre anterior. Suas ações disparam mais de 8% com as notícias.

O laboratório farmacêutico dinamarquesa Novozymes escorrega para o fundo do índice depois de reportar resultados mais fracos do que o esperado. A empresa citou condições desafiadoras nos mercados agrícolas, uma vez que ficou aquém das projeções dos analistas para o quarto trimestre. Suas ações caem mais de 6%.

Enquanto isso, relatos de mídia disseram que o partido da chanceler alemã Angela Merkel e seu antigo parceiro de centro-esquerda firmaram um acordo formal para criar uma coalizão governamental na Alemanha. Se confirmado, o acordo acabaria com quatro meses de disputa política na maior economia da Europa, que ficou sem um governo depois que as eleições gerais de setembro não conseguiram resultar em uma maioria.

A produção industrial da Alemanha caiu no final de 2017, mas o Ministério da Economia do país disse que os pedidos das fábricas indicam uma produção vigorosa nos próximos meses. A produção industrial em dezembro caiu 0,6% ante novembro, liderada pela construção, ante previsões para um declínio de 0,5%. O DAX 30 opera em alta.

O índice FTSE do Reino Unido também sobe, depois de fechar em seu nível mais baixo desde abril do ano passado na terça-feira. A libra GBPUSD cai para US $ 1,3918, ante US $ 1,3950 no final de terça-feira em Nova York. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American e Antofagasta caem 1% cada, BHP Biliton sobe 0,2% e Rio Tinto opera em alta de 0,3%.

Entre outras notícias, aguarda-se a reunião de política monetária do Banco de Inglaterra e relatório de inflação, ambos devidos na quinta-feira. O Conselho de Administração do Banco Central Europeu deve realizar uma reunião de política não monetária em Frankfurt, onde o grupo deve trocar opiniões com o negociador chefe da UE para o Brexit, Michel Barnier. 

EUA
Continuando a recente volatilidade visto nos mercados globais, os futuros de ações dos EUA caem nesta quarta-feira, um dia depois que o Dow recuperou de sua recente queda. Os mercados de ações estão se esforçando para se estabilizar depois das pesadas vendas na sexta-feira e segunda-feira e depois de um dia de recuperação na terça-feira.

As preocupações políticas podem pressionar um pouco o mercado, uma vez que o encerramento parcial do governo federal estará à frente se os legisladores não concordarem com as medidas sobre gastos até a meia-noite de quinta-feira, mas a Câmara aprovou uma lei temporária na terça-feira e o líder da maioria do Senado, Mitch McConnell, disse estar "otimista de que em breve possamos chegar a um acordo". Um breve encerramento parcial no mês passado não pesou tanto no mercado.

Não há relatórios econômicos importantes esperados na quarta-feira, mas três autoridades do Federal Reserve estão preparados para fazer suas observações. O presidente do Fed de Nova York, William Dudley, está participando de uma mesa redonda sobre cultura bancária às 11h30, o presidente do governo de Chicago, Charles Evans, estraá dando um discurso aos banqueiros em Iowa às 14h15 e o presidente do Fed de São Francisco, John Williams estará falando com líderes da comunidade no Havaí às 20h20.

ÍNDICES FUTUROS - 9h30:
Dow: -0,80%
SP500: -0,80%
NASDAQ:-0,70%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 06/02/2018

ÁSIA: Os índices asiáticos fecharam em forte baixa, pressionado pelo "selloff" em Wall Street nas últimas sessões, devido em grande parte ao aumento do rendimento dos títulos de obrigações, o que sugere que a inflação dos EUA está subindo mais rápido do que o esperado e que o Federal Reserve pode aumentar as taxas de juros mais rápido do que o previsto atualmente.

O Nikkei do Japão encerrou em baixa de 4,73%, em 21.610,24 pontos, sua maior queda por pontos em um dia desde 1990. Os fabricantes de automóveis, finanças e "techs" foram duramente castigadas durante o dia. Entre as blue chips, SoftBank Group caiu 4,9% e a Fanuc Manufacturing perdeu 4,55%, enquanto a varejista Fast Retailing afundou 5,46%.

Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou 1,54% para fechar em 2.453,31 pontos. Blue chips de tecnologia e montadoras de automóveis ficaram oscilando entre altas e baixas. Samsung Electronics caiu 1,04%, enquanto a fabricante de chips SK Hynix fechou estável. Entre as montadoras, Hyundai Motor tocou brevemente o território positivo, mas depois caiu e fechou em baixa de 0,94%.

O ASX 200 da Austrália caiu 3,2% para terminar a sessão em 5.833,3 pontos, com vendas em todos os setores. O subíndice de energia estava entre os piores desempenhos, caindo 4,49% à medida que os papeis recuavam após os preços do petróleo se moverem para baixo. Santos caiu 4,4% e Oil Search perdeu 3,2%. O setor financeiro altamente ponderado também teve uma forte queda, com os "Big Four" fechando no vermelho. ANZ caiu 2,9% e Westpac recuou 3,1% ao final do dia. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 2,9%, Fortescue Metals recuou 0,9% e Rio Tinto perdeu 1,5%.

O índice Hang Seng despencou 5,12%. Entre as financeiras, o peso pesado HSBC caiu 2,9% e o China Construction Bank perdeu 5,9%. A gigante tecnológica Tencent despencou 6,1%. As ações relacionadas à energia também tiveram um dia de perdas. CNOOC caiu 5,1%.

No Continente, as bolsas seguiram a tendência regional desta vez. O composto de Shanghai deslizou 3,38% para fechar em 3.369,71 pontos e o composto de Shenzhen perdeu 4,44% para terminar em 1.726,09. O índice de blue chips CSI 300, que rastreia as grandes empresas listados em Xangai e Shenzhen, terminou a sessão em baixa de 2,94%, com telecomunicações e energia entre os piores desempenhos no dia. 

Outros índices da região também sofreram: o Taiex de Taiwan perdeu 4,95%, o Índice de VN de referência do Vietnã caiu 4,81% e o KLCI da Malásia caiu 2,22%. Os mercados da Nova Zelândia ficaram fechados por conta de um feriado público.

EUROPA: Os mercados de ações europeus abriram com fortes perdas, após perdas nos EUA e Ásia. O pan-europeu Stoxx 600 abriu em baixa de 3%, ajustando-o para o menor fechamento desde agosto do ano passado, com todos os setores no vermelho. Montadoras de automóveis, fabricantes de produtos químicos e "techs" abriram com baixa de mais de 3%. O benchmark continental opera com bastante volatilidade e recupera para uma baixa de 1,71%.

Os balanços corporativos, os dados econômicos e as notícias políticas também chama a atenção dos investidores nesta terça-feira. O BNP Paribas reportou lucro líquido pior do que o esperado no quarto trimestre de 2017, caindo 1,1%, para 1,43 bilhão de euros (US $ 1,77 bilhão) e abaixo das expectativas de mercado. O papel do banco cai mais de 3% no início das negociações. 

Em sentido contrário, Intensa Sanpaolo anunciou um aumento no lucro líquido do quarto trimestre e no ano de 2017, superando as expectativas dos analistas. As ações da empresa sobem quase 1%. O banco sueco Swedbank reportou um aumento maior do que o esperado nos lucros operacionais do quarto trimestre, graças a comissões e juros maiores, mas o banco cai 0,3% no início da sessão. 

Ao mesmo tempo, a empresa de energia BP registrou ganhos acima das expectativas devido aumento na refinação e negociação durante os três meses finais de 2017. As ações recuam 2%.

O "Velocity Shares Daily Inverse VIX Short-Term exchange-traded note" (XIV - um título emitido pelo Credit Suisse, caiu mais de 80% no after-market de segunda-feira. O Credit Suisse disse em um comunicado que "a atividade do XIV ETN reflete a volatilidade do mercado atual. Não há impacto relevante no Credit Suisse, no entanto, o papel registra um dos piores desempenhos no setor financeiro no início do comércio, com queda de quase 4%.

O índice FTSE 100 do Reino Unido cai e segue para o menor fechamento desde abril de 2017. O índice chegou a 7.079.41 pontos,  um declínio de 3,5%, mas começou a recuperar as perdas à medida que os futuros de ações dos EUA seguiam para o território positivo. A libra sobe 0,2795%  frente ao dólar, sendo negociado a US $ 1,3991, ante US $ 1,3954 no final da segunda-feira em Nova York. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 1,1%, Antofagasta recua 0,7%, BHP Biliton perde 2% e Rio Tinto opera em baixa de 1,3%.

Enquanto isso, na frente política, uma nova rodada de negociações do Brexit está programada para começar nesta terça-feira. O chefe negociador do Brexit para a UE, Michel Barnier disse ao Reino Unido na segunda-feira que chegou a hora da nação tomar uma decisão sobre o tipo de relacionamento que deseja com o bloco depois que sair da UE. Consequentemente e os investidores estarão prestando muita atenção aos movimentos na libras esterlinas e no euro.

Na Alemanha, as negociações de coalizão devem continuar entre os conservadores do partido da chanceler Angela Merkel e os social-democratas (SPD), enquanto as duas partes buscam chegar a um acordo sobre questões como cuidados à saúde e reformas trabalhistas.

EUA
Os futuros de ações dos EUA estão extremamente voláteis na manhã desta terça-feira. Os futuros da Dow Jones Industrial Average chegaram a apaga uma perda de 850 pontos para ganhar quase 20 pontos. Neste momento registra uma perda de 150 pontos.

Em uma sessão sangrenta na segunda-feira, o DJIA mergulhou mais de 1.500 pontos, com investidores parecendo entrar em pânico. O índice terminou em 1.175,21 pontos, ou 4,6% de queda , para 24.345,75 pontos, marcando a maior queda de pontos em um dia. O S & P 500 caiu 113,19 pontos, ou 4,1% de baixa, para 2.648,94 pontos. O S & P 500 e Dow também se tornaram negativos para o ano. O Índice Composto Nasdaq caiu 3,8%, para terminar em 6.967,53 pontos, mas permanece 0,9% maior no ano. O índice de volatilidade do Cboe (VIX), chamado indicador de medo de Wall Street, cresceu 116% para 37,32 na segunda-feira, que marcou o seu nível mais alto desde agosto de 2015. 

ÍNDICES FUTUROS - 8h10:
Dow: -0,60%
SP500: +0,17%
NASDAQ: +0,58%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 05/02/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, após um forte declínio nas ações dos EUA na sexta-feira, após um relatório de empregos mais forte do que o esperado, aumentando as preocupações dos investidores de que as taxas de juros podem estar aumentando muito rápido.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 1,56%, para 6.026,20 pontos, com a maioria dos setores em declínio. O subíndice financeiro fortemente ponderado caiu 1,29%, enquanto o setor de energia e materiais caíram 2,56 e 2,18%, respectivamente. Entre os "big four", as ações da ANZ caíram 1,27%, Commonwealth Bank diminuiu 1,23%, Westpac caiu 1,23% e National Australia Bank caiu 1,25%. As principais mineradoras australianas também fecharam em baixa. As ações da Rio Tinto caíram 2,24% e BHP Billiton recuaram 2,14%.

No Japão, o Nikkei caiu 2,55% para abaixo de 23.000 pontos pela primeira vez este ano, enquanto o índice Topix diminuiu 2,17%. O índice Kospi da Coreia do Sul caiu 1,33%. Os mercados chineses do continente negociaram misturados. O composto de Shanghai subiu 0,73% e o composto de Shenzhen caiu 0,84%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,09%.

No mercado de divisas, o iene japonês negociou em 109,93 por dólar, fortalecendo-se frente a uma baixa anterior de 110,29. Alguns dos principais papeis de exportação fecharam em baixa: as ações da Toyota caíram 1,64%, Mitsubishi Motors diminuiu 0,73% e Canon caiu 3,26%. As ações da Honda, no entanto, aumentaram 2,08%, contrariando a tendência de mercado depois que aumentou a previsão de lucro do ano fiscal inteiro na sexta-feira.

O índice do dólar, que rastreia o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado em 89,162 depois de cair para 88,800 na semana anterior.

As commodities também ampliaram as vendas. Os futuros do petróleo caíram cerca de 1% na Ásia. O slide do Crude e o "selloff" pós-ganho na Chevron e Exxon na sexta-feira, enviaram algumas ações de grandes companhias de petróleo asiáticas abaixo de 4%.  Enquanto isso, o ouro caiu 0,3%.

Na frente dos dados econômicos, o setor de serviços da China expandiu em seu ritmo mais rápido em quase seis anos, de acordo com uma pesquisa privada. O índice PMI de serviços da Caixin/Markit subiu para 54,7 em janeiro, ante 53,9 de dezembro, a melhor leitura desde maio de 2012.

EUROPA: As ações europeias abriram em baixa, rastreando um selloff global nas ações, depois que um relatório de empregos dos EUA sair melhor do que o esperado na sexta-feira, provocando receios sobre um possível aumento da inflação mais rápido que o esperado, assim como as taxas de juros nos EUA.

Essa especulação também aumentou o rendimento das obrigações, que por sua vez pesam sobre as ações. Rendimentos mais elevados em títulos de dívida geralmente tornam as ações e outros ativos percebidos como "arriscados" menos atraentes para os investidores. O índice Europe Stoxx 600 cai 0,85%, ajustando-o para o menor fechamento desde 17 de novembro.

O FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa, para a quinta sessão consecutiva de queda e segue à caminho para o seu menor fechamento desde 7 de dezembro, depois de ter sofrido a sua pior semana desde abril da semana passada.

Enquanto isso, a libra cai para US $ 1,4117, ante US $ 1,4119 no final da sexta-feira em Nova York, apagando um ganho anterior após uma leitura no setor de serviços do Reino Unido abaixo das expectativas.

EUA: As ações dos EUA enfrentam uma nova pressão de venda nesta segunda-feira, depois de sofrerem os maiores declínios em uma única sessão em mais de um ano na sexta-feira, após relatório de empregos mensal mais forte do que o esperado. 

Na maior queda diária desde setembro de 2016, o índice S & P 500 fechou em queda de 2,1%, em 2.762,13 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 2,5%, para terminar em 25.520 pontos. Esses dois índices também sofreram as maiores quedas semanais em mais de dois anos. O Nasdaq Composite Index deslizou 2%, para terminar em 7.240,95 pontos. Sua perda semanal foi a maior em cerca de dois anos.

As taxas de rendimento dos títulos dos EUA continuam a subir, após dados do emprego de janeiro também revelar que o crescimento dos salários subiu para a taxa mais rápida em mais de oito anos, provocando receios inflacionários, uma vez que o Federal Reserve pode aumentar suas taxas de juros mais rápido do que o esperado. Jerome Powell assumirá formalmente o cargo de presidente do Federal Reserve nesta segunda-feira, substituindo Janet Yellen.

Apesar das perdas da semana passada, o S & P 500 e Dow ainda estão acima de 3% ano até a presente data. O Bank of America Merrill Lynch advertiu na sexta-feira que um indicador de venda foi desencadeado no mercado, já que US $ 102 bilhões fluíram para ações globais no acumulado do ano.

Os investidores talvez não consigam buscar muita inspiração na balanços corporativos, pois a maioria das empresas dos EUA já divulgou seus balanços. Entre as grandes empresas ainda devem divulgar seus números nesta semana, incluindo a General Motors e The Walt Disney na terça-feira, Tesla na quarta-feira e Twitter na quinta-feira. Bristol-Myers Squibb informará seu balanço antes do sino de abertura desta segunda-feira.

Qualcomm entrou no radar do investidor depois que o The Wall Street Journal informou, citando fontes, que a Broadcom  planeja aumentar sua oferta pela fabricante de chips rival para US $ 120 bilhões. A Apple também pode estar em foco.

No calendário de dados econômicos de segunda-feira, inclui o índice PMI de serviços para janeiro, seguido pelo índice de serviços do Institute of Supply Management para o mesmo mês.

ÍNDICES FUTUROS - 8h50:
Dow: -0,50%
SP500: -0,27%
NASDAQ: -0,02%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 01/02/2018

ÁSIA: A maioria dos índices asiáticos fecharam em alta nesta quinta-feira, recuperando parte das perdas registradas no início desta semana. 

O índice Nikkei do Japão subiu 1,68%, para fechar em 23.486,11 pontos, acabando com uma série de seis dias de perdas. O movimento ocorreu quando o dólar firmou contra o iene. As ações relacionadas à energia avançaram à medida que os preços do petróleo se recuperaram: Inpex subiu 2,71% e JXTG Holdings ganhou 3,12% no final do dia.

As ações da Nintendo fecharam mais alta em 0,52% depois que a empresa anunciou na quarta-feira que o lucro do terceiro trimestre aumentou 261% para 116,5 bilhões de ienes (US $ 1,07 bilhão), superando as previsões. A empresa disse na quinta-feira que se associaria com a um estúdio dos EUA para produzir um filme sobre o personagem Mario.

Outros "players" do setor de tecnologia fecharam sem direção, com SoftBank acima de 0,52%. Fabricantes de automóveis, financeiros e varejistas negociaram em território positivo. O peso pesado Fast Retailing subiu 1,85%.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,08% para terminar em 2.568,54 pontos. As "techs" fecharam sem direção. Samsung Electronics apagoi os ganhos iniciais para fechar em baixa de 0,16% e SK Hynix adicionou 1,22%. A produtora de aço Posco subiu 3,81% no final da sessão.

Em Sydney, o ASX 200 ganhou 0,87% para terminar a sessão em 6.090,1 pontos com base na força da maioria dos setores. Os setores financeiros e de materiais fortemente ponderados subiram 1,15% e 1,05%, respectivamente. As reservas de petróleo também subiram depois que o petróleo continuou sua recuperação. Entre as principais mineradoras, BHP Biliton subiu 1,7% e Rio Tinto avançou 0,9%.

Enquanto isso, o índice Hang Seng desistiu dos ganhos iniciais para fechar em baixa de 0,75%. Os desenvolvedores imobiliários, que comercializaram principalmente mais alto pela manhã, fecharam sem direção no comércio da tarde. As ações de finanças, tecnologia e energia fecharam em sua maioria em queda.

A fabricante de computadores da Lenovo caiu 2,66%, após apresentar uma queda nos números do terceiro trimestre. A empresa registrou uma perda de US $ 289 milhões no trimestre, desses, US $ 400 milhões devido à reforma tributária dos EUA.

Os índices do continente também mostraram declínios: o composto de Xangai caiu 0,99%, apesar dos ganhos observados nos principais bancos. O composto de Shenzhen caiu 3% no final do dia e o índice de blue chips CSI 300 caiu 0,71%. Os "stocks" de defesa encerraram a sessão em território negativo, enquanto os fabricantes de automóveis e "players" relacionados à energia fecharam misturados.

A queda das ações chinesas ocorreu apesar do lançamento do índice PMI da China pela Caixin Media, que superou as expectativas. Na quarta-feira, os dados oficiais indicaram que a atividade das fábricas em janeiro no país expandiu menos do que o esperado em janeiro.

No início do dia, o PMI/Markit mostrou que a atividade das fábricas na Coréia do Sul migrou para o território de expansão em janeiro depois de ficar abaixo da marca de 50 no mês anterior. Enquanto isso, a atividade de fabricação no Japão cresceu no ritmo mais forte em quase quatro anos em janeiro.

Os mercados na Malásia serão fechados para o Dia do Território Federal.

EUROPA: As bolsas europeias iniciam fevereiro de uma forma otimista, subindo pela primeira vez em quatro dias após uma série de balanços corporativos bem recebidos, particularmente nos setores financeiro e tecnológico. O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,43%, recuperando-se da baixa de fechamento de quase quatro semanas atingido na quarta-feira.

As bolsas europeias seguem a liderança positiva na sessão dos EUA na quarta-feira, quando o Federal Reserve fez uma declaração com um tom otimista e disse que o crescimento econômico dos EUA está sendo sólido.

Uma rodada de atualizações corporativas fortes também ajuda  as ações a subir mais na quinta-feira, com bancos e ações tecnológicas publicando seus ganhos. O índice de bancos sobe 0,76%  e o índice de tecnologia adicionam 1,2%, impulsionados, respectivamente, pelos ganhos do fabricante de software Dassault Systemes (+ 7,83%)  e empresa de tecnologia financeira NEX Group (+9,53%).

Os bancos também foram apoiados por sinais do Fed, que agora são altamente suscetíveis de aumentar as taxas de juros em março. As taxas de juros mais elevadas tendem a ser boas para os bancos porque podem cobrar mais pelos empréstimos.

O índice alemão DAX 30, CAC 40 da França e o FTSE 100 do Reino Unido operam em alta. Os ganhos do benchmark londrino tem um ganho mais tímido, retido por uma perda da produtora de petróleo e gas Royal Dutch Shell e Vodafone depois que seus relatórios de ganhos diminuiu o humor otimizado durante a semana.

As ações dos construtores de casas lideram os ganhos no benchmark londrino, depois que um relatório mostrou que os preços das casas no Reino Unido aumentaram mais do que o esperado em janeiro. Entre as mineradoras, Anglo American sobe 0,1%, Antofagasta cai 0,5%, BHP Biliton sobe 0,7% e Rio Tinto avança 0,8%.

O euro sobe 0,1208% frente ao dólar, para US $ 1,2445, ante US $ 1,2414 no final de quarta-feira em Nova York, negociando em seu maior nível desde dezembro de 2014. A libra sobe 0,2819% em relação ao dólar e também continua sua trajetória ascendente, comprando em US $ 1,4270, em comparação com US $ 1,4191 ad quarta-feira. A libra terminou em janeiro com um ganho de 5% em relação ao dólar, o maior nível desde maio de 2009.

ÍNDICES FUTUROS - 10h00:
Dow: -0,12%
SP500: +0,06%
NASDAQ: -0,06%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 31/01/2018

ÁSIA: A maioria dos índices asiáticos fechou em queda na quarta-feira, seguindo os declínios observados em Wall Street.

O Nikkei do Japão caiu 0,83%, a sexta sessão consecutiva de queda, depois de reverter pequenos ganhos no final da sessão. Fabricantes de automóveis, financeiras e casas comerciais registraram perdas. Entre os pesos pesados ​​do índice, Fanuc Manufacturing fechou em baixa de 0,66%, Toyota caiu 1,95% e Fast Retailing ganhou 0,74%. O setor de tecnologia fechou de forma mista, com Sony adicionando 0,5% e SoftBank recuando 0,73% ao final do dia.

Atravessando o Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul desistiu dos ganhos iniciais para terminar a sessão ligeiramente abaixo da linha plana. O índice fechou em baixa de 0,05%, apesar dos ganhos observados em algumas "techs". As ações da Samsung Electronics chegaram a subir mais de 5% após o anúncio de um "Split" na proporção de 50:1, mas depois fechou em alta de apenas 0,2%. O motivo da decisão foi "baseado na visão de que o preço alto das ações era um obstáculo para potenciais investidores", afirmou a empresa em comunicado.

A Samsung anunciou também um lucro recorde no quarto trimestre, em linha com a previsão no início deste mês. O lucro do período aumentou 64,3% em comparação com um ano atrás, com 15,2 trilhões de ganhos (US $ 14,15 bilhões). Outros nomes de tecnologia fecharam misturados: SK Hynix ganhou 0,55% e LG Display deslizou 1,08%.

A maior parte do setor financeiro negociou em baixa, assim como "stocks" relacionados à energia. A fabricante de aço Posco avançou 0,26%.

Abaixo, o  ASX 200 da Austrália subiu 0,25% para fechar em 6.037,7 pontos em meio a ganhos baseados em vários setores, com exceção de energia e materiais básicos. O declínio observado no setor de energia ocorreu após os preços do petróleo continuarem a cair. Santos caiu 1,16% e Beach Energy caiu 4,06%. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 0,5%, Fortescue Metals caiu 1,7% e Rio Tinto recuou 2,1%. O subíndice financeiro pesadamente ponderado reverteu as perdas iniciais para fechar em alta de 0,06%.

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,86%, para terminar em 32.887,27 pontos,  com o setor financeiros avançando após registrar perdas na última sessão. O HSBC fechou em alta de 0,12%, China Construction Bank aumentou 1,81% e a seguradora AIA avançou 0,6%. Os desenvolvedores imobiliários fecharam sem direção, enquanto os nomes relacionados à energia ficaram sob pressão, com CNOOC caindo 1,14%.

Nos mercados continentais, as bolsas terminaram em território negativo: o composto de Shanghai fechou 0,19% menor e o composto de Shenzhen caiu 1,66%. Apesar dos declínios, algumas blue chips registraram ganhos na sessão. O índice CSI 300, que rastreia blue chips listados em Xangai e Shenzhen, terminou em alta de 0,48%.

Os dados oficiais divulgados mostraram que as atividades das fábricas chinesas aumentou menos do que o esperado em janeiro: o PMI de manufatura da China chegou a 51,3, abaixo da previsão de 51,5.

Os mercados na Malásia ficaram fechados para o Thaipusam.

EUROPA: As bolsas europeias registram pequenos ganhos pequenos, com o índice de referência mantendo-se no caminho para o seu melhor mês desde setembro, com investidores monitorando mais uma rodada de ganhos corporativos sólidos. 

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,25% nos primeiros arranjos do dia, recuperando-se após um slide de 0,9% na terça-feira. Para o mês, o benchmark segue para um ganho de 1,9%, que seria o maior ganho mensal desde setembro.

Os investidores estão hesitantes em fazer grandes apostas, sob o fantasma do "selloff" global desta semana para as ações, provocado em parte pelo aumento das taxas de rendimento dos títulos de obrigações. No entanto, com uma série de resultados corporativos positivos, incluindo o maior fabricante de eletrodomésticos da Europa, a Electrolux e a fabricante de caminhões Volvo, as bolsas voltam a operar em um território ligeiramente positivo nesta quarta-feira.

Enquanto isso, o Banco Santander reportou uma queda de 4% no lucro líquido no quarto trimestre frente ao ano anterior. O maior credor da Espanha disse que os ganhos foram compensados ​​por deficiências extraordinárias em sua unidade dos EUA. Suas ações sobem 1% durante os primeiros negócios.

O FTSE 100 do Reino Unido recua ligeiramente, mantendo-se em curso para uma perda mensal de 1,3%, ante rali de alta de 4,9% em dezembro. O benchmark fechou em seu nível mais baixo desde o dia 20 de dezembro na terça-feira. A libra cai 0,0212% frente ao dólar, sendo negociado para US $ 1,4188, ante US $ 1,4149 no final de terça-feira em Nova York. 

As mineradoras recebem um baque depois que um indicador oficial da atividade de manufatura da China caiu pelo segundo mês consecutivo em janeiro. A China é um importante comprador de recursos naturais, de modo que qualquer sinal de desaceleração no setor de produção do país tende a pesar sobre o setor de recursos. Anglo American cai 0,2%, Antofagasta sobe 0,1%, BHP Biliton cai 0,1% e Rio Tinto cai 0,6%.

Fora da principal referência, uma queda de 40% nas ações da empresa de terceirização Capita pesa sobre o FTSE 100, depois que um aviso de lucro chacoalhou os investidores. O aviso vem após algumas semanas que sua rival Carillion disse que estava entrando em liquidação.

Os investidores também monitoram os dados econômicos. Houve uma queda na inflação da zona do euro para 1,3% em janeiro, ante 1,4% em dezembro. A queda era amplamente esperada. Além dos dados da inflação, o Eurostat também divulgou números sobre o desemprego da zona do euro, mostrando que a taxa de desemprego permaneceu em 8,7% em dezembro, de acordo com as previsões. 

Separadamente, os dados da Alemanha mostraram que o "boom" do emprego no país continuou em janeiro, enquanto as reivindicações de desempregados caíram em mais de 25 mil postos.

EUA: Os futuros de ações dos EUA estabilizam modestamente nesta quarta-feira, colocando o Dow a caminho para recuperar ligeiramente de uma queda de 2% em dois dias. Na terça-feira, o Dow sofreu a maior queda diária em oito meses, caindo 363 pontos, ou 1,4%. O S & P 500 caiu 1,1% e o Nasdaq Composite perdeu 0,9%.

Estrategistas dizem que o discurso do presidente Donald Trump não teve nenhum fato surpreendente e poderia estar ajudando o humor dos investidores, à medida que aguardam uma declaração do Federal Reserve, mais relatórios corporativos e uma série de dados econômicos.

O Dow continua a subir 5,5% em 2018, ajudado por fatores como a expansão da economia dos EUA, o crescimento dos lucros das empresas e o entusiasmo por cortes de impostos recentemente adotados e outras políticas favoráveis ​​às empresas.

A política monetária acomodatícia continua a ajudar o mercado de ações mas é esperada uma declaração relativamente "hawkish" do Fed que será lançada às 15h00. Não se espera nenhuma alta das taxas de juros na reunião de dois dias do banco central, que termina hoje. O encontro de janeiro é o último da chefe do Fed, Janet Yellen, que entregará as rédeas para Jerome Powell.

Na frente dos dados, o relatório de ADP de janeiro sobre o emprego no setor privado é devido às 9h15 e uma leitura do quarto trimestre sobre os custos de emprego está programada para chegar às 9h30. Os economistas esperam crescimento de 0,6% em tais custos.

Um lançamento das condições de negócios na área de Chicago é esperado às 10h45 do leste e o relatório de dezembro sobre as vendas de casas pendentes estará na torneira às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 10h00:
Dow: +0,33%
SP500: +0,30%
NASDAQ: +0,30%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 30/01/2018

ÁSIA: Os principais índices asiáticos fecharam em baixa nesta terça-feira, seguindo as quedas observadas em Wall Street. O índice da MSCI das ações para a Ásia-Pacífico, exceto o Japão, caiu 0,5% depois de subir para a máxima histórica na sessão anterior.

O índice Nikkei de Tóquio caiu 1,43% para fechar em 23.291,97 pontos. Os ganhos iniciais observados nas ações de montadoras foram eliminadas à medida que a sessão avançava: a Toyota terminou a sessão em baixa de 0,18% e a Honda declinou 0,56% no final do dia. A maior parte das "techs" recuaram. O peso pesado SoftBank Group caiu 1,48% e a Sony perdeu 1,93%. Ações relacionados à energia também negociaram em território negativo. Em sentido contrário, vários "players" relacionadas à indústria pesada destoaram e fecharam em alta: Komatsu e a Hitachi Construction Machinery subiram 1,67 e 7,02%, respectivamente.

Os dados divulgados no início do dia mostraram que as vendas no varejo no mês passado aumentaram 3,6% em comparação com o ano anterior, acima da expectativa de 1,8% mas as varejistas recuaram. O peso pesado Fast Retailing declinou 2,25%.

Em Seul, o Kospi caiu 1,17%, fechando em 2.567,74 pontos, depois de subir cerca de 1% e cravar um novo recorde durante a sessão. As ações de tecnologia foram negociadas em baixa, pesando no índice mais amplo. A blue chip Samsung Electronics afundou 2,77% antes do seu relatório trimestral, a ser divulgado na quarta-feira e a rival SK Hynix diminuiu 2,92%.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália terminou a sessão em baixa de 0,87% em 6.022,8 pontos. O setor financeiro pesadamente ponderado fechou em queda de 0,58% e as principais ações de mineração também recuaram. BHP caiu 1,3%, Rio Tinto recuou 1%. Os produtores de ouro fecharam misturados depois que várias empresas do setor relataram números de produção do segundo trimestre. Newcrest Mining declinou 1,8% e Evolution Mining reverteu as perdas iniciais para subir 1,36% no final do dia.

Os mercados da Grande China também negociaram em baixa, somando a queda na sessão anterior, devido realização de lucro. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,09%. No continente, o composto de Xangai fechou 0,99% menor e o composto de Shenzhen caiu 0,53%.

Fornecedores da Apple da região levaram uma pancada seguindo o tombo da gigante de tecnologia, que caiu 2,1% na segunda feira nos EUA, em meio à especulações sobre possíveis cortes na produção do iPhone. A empresa informará seus números trimestrais na quinta-feira nos EUA. Taiwan Semiconductor Manufacturing, a maior empresa da ilha, caiu 2,3%. No Japão, Japan Display fechou em baixa de 0,83%, embora Sharp manteve acima da linha plana, ganhando 0,25%. AAC Technologies e Sunny Optical de Hong Kong diminuíram 2,21 e 1,59%, respectivamente.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na manhã desta terça-feira, com investidores monitorando o lançamento de novos dados econômicos e ganhos corporativos. O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,3% durante os arranjos iniciais, com a maioria dos setores em território negativo.

O setor de recursos básicos registram perdas logo após o sino de abertura, recuando mais de 1,5% em meio a uma potencial crise de energia na China. A segunda maior província do país pediu às produtoras de carvão que encurtem ou cancelem as férias durante as celebrações do Festival da Primavera, a fim de aliviar as crescentes preocupações com a demanda de aquecimento mais alta do que o habitual. Anglo American, Tullow Oil e BHP Billiton estavam negociando em queda devido as notícias . 

Olhando para ações individuais, Loomis figua no fundo do benchmark europeu, após ganhos mais fracos do que os antecipados. A empresa sueca informou que o crescimento orgânico ficou abaixo das expectativas nos últimos três meses de 2017. Suas ações recuam mais de 8% menores. Do outro lado, Siemens Gamesa disse na terça-feira que registrou perda líquida no primeiro trimestre de 35 milhões de euros (43,4 milhões de dólares) devido custos de integração e reestruturação. A previsão de vendas de turbinas eólicas se estabilizará no mercado indiano em 2018 e suas ações sobem quase 5%.

Os gastos dos consumidores franceses caíram inesperadamente em dezembro. As despesas familiares na segunda maior economia da zona do euro caíram 1,2% em relação ao mês de dezembro, enquanto os economistas esperavam um aumento de 0,6%. Os números mostram um ponto fraco na economia francesa em meio a uma aceleração do crescimento. Dados anteriores mostraram um forte crescimento no investimento empresarial que ajudaram a impulsionar uma expansão econômica de 1,9% em 2017, a maior desde 2011.

Em dezembro, os consumidores reduziram os gastos com alimentos e produtos manufaturados em 1,4%, disse Insee. Ainda assim, a agência de estatísticas revisou seus números de novembro para uma expansão de 3% no mês anterior, ante 2,2% anteriormente divulgado. Em termos trimestrais, os gastos nos últimos três meses do ano diminuíram apenas 0,1%. O CAC 40 da França opera em baixa.

O FSE 100 do Reino Unido cai pela primeira vez depois de três dias de alta, rastreando o selloff nos EUA e na Ásia. O benchmark londrino apaga o ganho de 0,1% da segunda-feira. A libra desliza 0,3055% frente o dólar, sendo negociado a US $ 1,3991, ante US $ 1,4075 no final da segunda-feira em Nova York.

As ações da Anglo American caem 2,7%, mesmo depois que o grupo De Beers, sua dona maioritária, dizer que as vendas de diamantes subiram no primeiro ciclo de vendas de 2018. Entre outras empresas do setor, Antofagasta cai 1,7%, BHP Biliton cai 1,3%, Glencore perde 1,6% e Rio Tinto opera em baixa de 0,5%.

O "Brexit" voltou às manchetes nessta terça-feira, depois de um relatório da BuzzFeed sobre a análise do governo sobre o divórcio com a União Europeia vazou e mostrou que o Reino Unido será significativamente pior fora da UE, independentemente do que seja acordado.

EUA:  Um selloff parece estar sendo desenhado em Wall Street, podendo esticar pelo segundo dia, como os futuros dos índices americanos apontando para perdas na abertura.

A escalada dos rendimentos das obrigações dos EUA, o que implica em um aumento nos custos de empréstimos, parece pesar sobre as ações. O aumento das taxas das obrigações pode dificultar a demanda por ativos considerados mais arriscados, como ações, particularmente quando esses rendimentos são superiores aos das ações. 

Na segunda-feira, o rendimento do Título do Tesouro dos EUA de 10 anos disparou para 2,695%, seu nível mais alto desde abril de 2014, tendo atingido uma alta intradiária de 2,727%. 

A política e a economia também podem fornecer catalisadores para os investidores, com Trump programado para discursar às 10h00, enquanto o Federal Reserve começará sua reunião política de dois dias.

Deveremos ter um dia agitado na agenda corporativa. McDonalds e Pfizer Inc. devem reportar seus números trimestrais.

O Dow Jones e o S & P 500 tiveram o seu pior dia do ano nesta segunda-feira, fechando 0,6 e 0,4%, respectivamente. O Nasdaq Composite Index caiu 0,52%, registrando a segunda pior queda diária neste ano.

Entre os dados econômicos, os preços das casas da Case-Shiller de novembro são devidos às 10h00, enquanto o levantamento de Confiança do Consumidor para janeiro está programado para ser divulgado às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,51%
SP500: -0,29%
NASDAQ: -0,37%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 29/01/2018

ÁSIA: A maioria das bolsas asiáticas fechou em queda nesta segunda-feira, com o dólar americano perdendo um pouco de seu impulso inicial. 

Na semana passada, o dólar deslizou para uma mínima de três anos, seguindo os comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, a favor de um dólar mais fraco. 

O Nikkei do Japão reverteu os ganhos iniciais para fechar literalmente estável em 23.629,34 pontos à medida que a recuperação do dólar perdeu força. Ações relacionadas à energia, varejistas e montadoras fecharam em alta no dia.

O índice Kospi da Coreia do Sul subiu 0,91% para terminar em 2.598,19 pontos.Samsung Electronics avançou 0,87%, antevendo o anúncio dos resultado do quarto trimestre no final desta semana. A rival fabricante de chips SK Hynix desistiu de ganhos iniciais para fechar em baixa de 0,26%. As montadoras e as ações relacionadas à petróleo finalizaram o dia em território positivo.

Em Sydney, o ASX 200 subiu 0,42% para terminar a sessão em 6.075,4 pontos, com os mercados retomando as negociações após um longo fim de semana devido às comemorações referentes ao dia da Austrália na sexta-feira. Os ganhos foram observados na maioria dos setores além dos produtores de ouro e fundos de investimento imobiliário. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 0,4%, Fortescue Metals caiu 0,3% e Rio Tinto fechou em alta de 0,5%. Enquanto isso, as ações relacionadas à energia e telecomunicações estavam entre os setores com melhor desempenho no dia.

Os mercados da China que negociaram em grande parte da manhã em alta, entraram em território negativo no período da tarde na sequência de comentários de um regulador sobre o bloqueio de "stocks" de alto preço.

No continente, o compósito de Shanghai recuou 0,97% e o composto de Shenzhen caiu 1,56%, enquanto o índice de blue chips CSI 300 perdeu 1,81% no final do dia. 

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,56%. Segundo analista, a queda foi provavelmente devido à realização de lucro após um ótimo começo do ano. 

EUROPA: Os mercados europeus abriram misturados na manhã de segunda-feira, com investidores monitorando novos dados econômicos e ganhos corporativos, com o índice pan-europeu Stoxx 600 recuando ligeiramente durante os primeiros arranjos da manhã, com diversos setores e importantes bolsas apontando em direções opostas. 

O setor de tecnologia lideram os ganhos com uma alta de 0,7% em meio à um aumento no crescimento da receita da fabricante de chips eletrônicos Austria Microsystems após dizer que suas receitas em 2017 quase duplicaram em meio à demanda robusta de seus sensores para smartphones que tem como clientes, a Apple. Suas ações disparam mais de 24%. Dialog Semiconductor também negocia em alta com as notícias da AMS. Suas ações avançam mais de 6%.

Enquanto isso, Getinge reportou lucro abaixo das expectativas do mercado no quarto trimestre. O grupo de tecnologia médica sueca previu um ligeiro crescimento nas vendas orgânicas em 2018. Suas ações caem mais de 8%.

O FTSE 100 do Reino Unido contraria a tendência regional ao abrir em alta, tentando buscar o segundo dia consecutivo de alta, com as mineradoras liderando o topo do índice, à medida que os preços do cobre se recuperam e após a Anglo American anunciar a venda de seu projeto de carvão na África do Sul. Suas ações sobem 1,3%. Entre outros pares do setor, Antofagasta sobe 1,4%, BHP Biliton sobe 0,9% e Rio Tinto adiciona 1,6%.

EUA:  
13h30 - Core PCE Price Index (renda individual dos cidadãos norte-americanos) e Personal Spending (gastos dos consumidores), ambos de janeiro e também o núcleo do Personal Consumption Expenditures - PCE (gastos pessoais dos americanos - medida de inflação mais acompanhada pelo Fed);

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: -0,21%
SP500: -0,32%
NASDAQ: -0,37%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 26/01/2018

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam misturados nesta sexta-feira após força do dólar na sequência dos comentários do presidente Donald Trump de que "queria um dólar forte", contradizendo os comentários de Mnuchin na quarta-feira, de que um dólar mais fraco seria bom, quando derrubou a moeda para uma mínima de três anos na semana.

O índice Nikkei do Japão entregou os ganhos da manhã, para fechar em baixa de 0,16%, em 23.631,88 pontos. Contra o iene, o dólar subiu para negociar em 109,18. Os principais exportadores e fabricantes de automóveis terminaram a sessão misturada, enquanto a maior parte do setor financeiro recuou. Suzuki Motor caiu 3,51% depois que a Maruti Suzuki India anunciou lucro trimestral abaixo das expectativas, de acordo com a Reuters.

Os dados divulgados na sexta-feira mostraram que os preços ao consumidor de dezembro no Japão ficaram estáveis. O núcleo central do índice de preços ao consumidor aumentou 0,9% em dezembro em comparação com um ano atrás, em linha com as expectativas. Excluindo alimentos frescos e energia, os preços subiram 0,3% no mês passado.

Em Seul, o Kospi da Coreia do Sul inverteu as ligeiras perdas para terminar em alta de 0,49%, em 2.574,76 pontos. As "techs" negociaram sem direção: Samsung Electronics subiu 1,03%, enquanto SK Hynix caiu 0,4% ao final do dia, renunciando parte dos ganhos obtidos depois de anunciar lucros trimestrais recordes na quinta-feira. Os fabricantes de automóveis recuaram depois que a Hyundai Motor reportou uma queda no lucro operacional anual na quinta-feira e suas ações caíram 3,79% e a filial Kia Motors perdeu 1,18% no final da sessão.

O índice Hang Seng de Hong Kong saltou 1,53%, com ganhos em grandes grupos financeiros impulsionando o índice, enquanto a gigante Tencent subiu 2,36%. Os desenvolvedores imobiliários também registraram ganhos durante a sessão: Country Garden pulou 2,55% e Henderson Land subiu 3,68%.

O composto de Shanghai subiu 0,3% para fechar em 3.559,09 pontos e o composto de Shenzhen terminou a sessão 0,16% menor. O índice de blue chip CSI 300 subiu 0,39%. 

Enquanto isso, os dados divulgados anteriormente mostraram que os lucros feitos por empresas industriais no país cresceram 10,8% no mês passado em comparação com um ano.

Os mercados na Austrália e Índia ficaram fechados por conta dos feriados do Dia da Austrália e Dia da República, respectivamente.

EUROPA: As bolsas europeias registram ganhos modestos no último dia de negociação da semana, antes do discurso do presidente Donald Trump em Davos, na Suíça. O pan-europeu STOXX 600 negocia em alta de 0,3%. 

Na sessão anterior, os mercados europeus reverteram ganhos durante a sessão, após a última reunião de política monetária do Banco Central Europeu, na quinta-feira, quando o BCE deixou sua taxa de juros de referência inalterada. Os mercados subiram pressionados pela expectativa de que a política monetária fácil na zona do euro chegaria ao fim.

As notícias corporativas e as notícias políticas influenciam o sentimento nesta sexta-feira. A marca de luxo LVMH sobe mais de 3% após dizer que a receita aumentou 13% em relação ao ano anterior, chegando a 42,6 bilhões de euros para 2017. O grupo acrescentou que está "cautelosamente confiante" para 2018, apesar das incertezas em torno das preocupações geopolíticas e flutuações do mercado de câmbio.

Outros fabricantes franceses de luxo avançaram em direção ao topo do STOXX 600 após resultados da LVMH. Kering e Christian Dior ambos sobem acima de 2%.

Além das notícias corporativas, a chanceler alemã Angela Merkel está programada para se encontrar com o líder do Partido Social-Democrata, Martin Schulz e outros políticos enquanto se costura a última rodada de negociações para formar o próximo governo de coalizão.

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa, conheceu Donald Trump no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Trump disse que ele e May podem ter um " relacionamento realmente excelente". 

Os Rallys das principais moedas fizeram manchetes ontem. Trump disse que "o dólar vai se fortalecer e fortalecer", enquanto o presidente do Banco Central Europeu , Mario Draghi, disse que havia "poucas chances" de que a instituição alterasse as taxas de juros neste ano.

O FTSE 100 do Reino Unido  recupera-se de uma baixa de um mês na sexta-feira, com o contínuo rali na libra, devendo quebrar um rali de dois dias de queda.

A libra sobe 0,7780% frente ao dólar, para US $ 1,4221, ante US $ 1,4139 no final da quinta-feira em Nova York. A moeda britânica reagiu acima de US $ 1,43 no comércio de quinta-feira, mas recuou contra o dólar no final do dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, se pronunciou a favor de um dólar mais forte.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Antofagasta cai 0,5%, BHP Biliton recua 0,3% e Rio Tinto opera em baixa de 0,5%;

A confiança do consumidor francês caiu ligeiramente em janeiro, já que as famílias estão menos otimistas quanto à sua futura posição financeira e padrões de vida na França. A confiança dos consumidores ficou em 104 em janeiro, acima da média de longo prazo de 100, mas um ponto menor do que em dezembro, informou a agência de estatística Insee. Os economistas esperavam que a confiança dos consumidores permanecesse inalterada em relação ao mês anterior. Ainda assim, a pesquisa mostrou que os receios de desemprego na França estão caindo. Os consumidores também revisaram suas expectativas de inflação. O CAC 40 da França sobe.

EUA:  
11h30 - Advance GDP (PIB dos EUA);
11h30 - Advance GDP Price Index (Índice de Preços do PIB);
11h30 - Durable Goods Orders e Core Durable Goods Orders (números mensais de pedidos de bens duráveis para a indústria nos Estados Unidos, além de destacar o indicador se excluídos as encomendas no setor de transportes);
11h30 - Goods Trade Balance (diferença entre exportação menos importação de bens); 
11h30 - Prelim Wholesale Inventories (informações preliminares sobre as vendas e os estoques do setor atacadista)

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: +0,24%
SP500: +0,32%
NASDAQ: +0,58%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.