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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 17/08/2017

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam mesclados nesta quinta-feira, enquanto os investidores digeriam a ata do Federal Reserve que revelou uma divisão entre os membros do FOMC sobre o momento do próximo aumento da taxa de juros.

A perspectiva de um ritmo mais lento no aumento de taxa de juros nos EUA pressionou o dólar e o ganho subsequente no iene pesou nas ações japonesas na quinta-feira. O Nikkei do Japão caiu 0,14%, para fechar em 19.702,63 pontos, com o iene se fortalecendo contra o dólar, sendo negociado abaixo de ¥ 110. Os setores automotivos e financeiros encerraram a sessão em baixa. As ações japonesas geralmente caem quando o iene se fortalece em meio ao medo de que uma moeda mais forte atinja os exportadores, uma faceta importante da economia do país, enquanto uma taxa de juros mais alto nos EUA aumenta os lucros dos bancos.

Ainda assim, a recuperação no iene neste ano não parece estar atingindo a economia japonesa. As exportações japonesas cresceram 13,4% em julho comparado com o ano anterior, o oitavo aumento mensal consecutivo, em linha com a previsão de um aumento de 13,6% e acima do aumento de 9,7% observado em junho. 

Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,57%, para terminar em 2.361,67 pontos, auxiliado pelo otimismo em relação aos ganhos no terceiro trimestre. Posco terminou 4,71%  maior e a Hyundai Steel subiu 2,81%.

O índice de referência S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,10%, para fechar em 5.779,20 pontos, com os ganhos nos subíndices de materiais e cuidados de saúde sendo equilibrados com as perdas no subíndice de serviços de telecomunicações. As ações da Telstra despencaram 10,62% depois de ter dito que reduziria os dividendos. O dólar mais fraco alimentou a recuperação dos metais, assim a mineradora Rio Tinto subiu 1,4%, enquanto Fortescue Metals e BHP Billiton subiram 1,2% cada.

O Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,24%, com a continuidade da temporada de relatórios corporativos. Os mercados do continente fecharam em alta: o Shanghai Composite subiu 0,68% e o Shenzhen Composite adicionou 0,57%.

Os mercados da Indonésia estavam fechados para um feriado público.

os preços do petróleo subiram depois de cair mais de 1% durante horário ocidental, devido preocupações de que a produção dos EUA estava aumentando.

EUROPA: As bolsas europeias caem quinta-feira, com as ações do banco sofrendo com dúvidas sobre quando o Federal Reserve elevará a taxa de juros dos EUA em 2017 após uma série de leituras inesperadamente baixas, enquanto os investidores esperam detalhes oficiais da discussão política do Banco Central Europeu no mês passado.

O índice Stoxx Europe 600 recua 0,20%, liderado por perdas de ações financeiras e de petróleo e gás. Nomes de utilidade e cuidados de saúde, no entanto, avançam. Um declínio nesta quinta-feira será o primeiro do índice de referência em quatro sessões. O benchmark terminou em alta de 0,7% na sessão de quarta-feira, auxiliada em parte pelo enfraquecimento do euro.

O Stoxx Europe 600 Bank Index cai 0,78% pesada pela perspectiva de taxa de câmbio, já que muitos bancos europeus tem operações nos EUA e taxas mais altas podem ajudar a margem dos juros.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixa, com ações de bancos e da varejista Kingfisher pesando sobre o benchmark, enquanto ações de mineradoras apresentam um melhor desempenho. O índice subiu 0,7%  na quarta-feira e uma perda na quinta-feira será o primeiro teste em quatro sessões. 

O debate "dovish" no Fed pesou sobre o dólar, mas essa fraqueza ajudou a elevar os preços de commodities nominados em dólares, incluindo cobre que apresenta uma recuperação recente. A produtora de cobre Antofagasta sobe 0,5%. Outros pares do setor perdem fôlego. Anglo American sobe 0,1%, BHP Billiton cai 0,1% e Rio Tinto recua 0,5%. A varejista Kingfisher despenca 5,73% depois que registrou queda nas vendas ​​no segundo trimestre, em parte por causa da contínua fraqueza na França.

As vendas no varejo no Reino Unido cresceram 0,3% em julho e o crescimento do mês anterior foi revisado significativamente. A leitura de julho ficou um pouco abaixo das expectativas dos economistas que previam uma leitura de 0,4%. Em termos anuais, as vendas no varejo cresceram 1,3%, decepcionando as expectativas de uma expansão de 1,7%. Depois de um início de ano lento, as vendas no varejo recuperaram um pouco no segundo trimestre, com o calor do verão fazendo os britânicos sair de casa e gastar. 

A inflação acelerou bruscamente após a forte depreciação da libra na sequência do Brexit no ano passado, espremendo as carteiras das famílias britânicas. A inflação ficou em 2,6% em julho, abaixo da máxima de quatro anos de maio, quando registrou 2,9%, mas ainda significativamente acima do alvo do Banco da Inglaterra de 2%. Com o crescimento da inflação, os britânicos viram seus salários reais diminuir pelo quarto mês consecutivo em junho.

Novos dados divulgados pela câmara de comércio britânica na quinta-feira mostrou que a confiança do exportador suavizou devido às flutuações cambiais e escassez de trabalhadores qualificados pós-Brexit. O Office for National Statistics anunciou recentemente que o número de cidadãos da UE que trabalham no Reino Unido atingiu um recorde.

Existem expectativas de que o BCE comece a encerrar seus esforços agressivos de estímulo monetário, com o aumento do PIB e a melhora das economias da eurozona neste ano. Os investidores estavam ansiosos para ouvir o que o presidente do BCE, Mario Draghi, dirá sobre esse assunto durante o simpósio do Fed em Jackson Hole, Wyo, na próxima semana, mas um relatório da Reuters de quarta-feira, citando fontes do BCE, disse que Draghi não divulgará detalhes sobre políticas econômicas na conferência. Na última reunião do BCE, Draghi afirmou claramente que uma discussão sobre os ajustes para o QE deveria ocorrer no "outono", sugerindo que é provável que possa começar a haver sinais de mudanças de estímulo em setembro ou outubro. Analistas mantém a visão de que um cenário provável é que o banco elimine seu viés de flexibilização do QE na reunião de setembro, preparando as bases para um anúncio formal em outubro de que o ritmo das compras do QE pode ser reduzido até a virada do ano.

EUA: Os futuros de ações dos EUA seguem em baixa nesta quinta-feira, após os investidores digerirem a última minuta do Federal Reserve e a decisão do presidente Donald Trump de dissolver dois conselhos empresariais após CEOs de diferentes companhias renunciarem em protesto às declarações de Trump culpando não apenas supremacistas brancos, mas também manifestantes opostos a eles, pela violência em Charlottesville, na Virgínia. Diversos políticos do Partido Republicano, o mesmo de Trump e o aliados do Reino Unido criticaram o presidente após seus comentários da terça-feira sobre a violência de sábado.

As pequenas perdas ocorrem depois que as bolsas fecharam moderadamente maior na quarta-feira, com o Dow terminando em território positivo pela quarta sessão consecutiva.

O dólar declinou depois que a minuta da reunião de julho do Fed sugeriu que o banco central está preocupado com a inflação lenta e esse tipo de incerteza leva a novas dúvidas sobre se o Fed será capaz de aumentar as taxas novamente neste ano, deixando os investidores nervosos. Segundo analistas, olhando para o futuro, o caminho do dólar pode ser ditada por qualquer notícia vindo da Coreia do Norte, após o presidente Trump pedir a seus conselheiros militares sobre opções militares credíveis.

As atenções de quinta-feira também se voltam para os ganhos dos pesos pesados ​​Alibaba e Wal-Mart, além de dados de reivindicações semanais de desempregados e o índice de manufatura do Fed de Filadélfia de agosto que serão divulgados às 9h30. A produção industrial e a utilização da capacidade para julho são esperadas às 10h15, seguidas de indicadores econômicos para julho às 11 da manhã.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
9h30 - Philly Fed Manufacturing Index (indicador responsável por mensurar a atividad
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
11h00 - CB Leading Index (ou Índice de Indicadores Antecedentes, relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia americana e servem como prévia para o desempenho da economia);

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: -0,06%
SP500:-0,09%
NASDAQ: -0,25%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 16/08/2017

ÁSIA: Os mercados de ações asiáticos não conseguiram construir uma direção nesta quarta-feira após recuperação no início da semana, rastreando uma performance sem entusiasmo em Wall Street.

O Nikkei do Japão caiu 0,12%, mesmo com o dólar dos Estados Unidos recuperando ainda mais frente ao iene, quando as tensões geopolíticas sobre a península coreana aumentaram. A recuperação do dólar veio depois que os dados do Departamento de Comércio dos EUA mostraram que as vendas no varejo aumentaram 0,6% em relação ao mês anterior, o maior salto desde dezembro, puxada em grande parte pelas vendas através da internet.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,60% no retorno de um feriado público. O peso pesado Samsung Electronics avançou 2,67%, enquanto ações de varejo e viagens também apresentaram desempenho superior. Na terça-feira, o presidente sul coreano, Moon Jae-in, solicitou novo diálogo com o Norte, pois os EUA precisariam do consentimento de Seul para qualquer ação militar na península coreana, o que ajudou a aliviar as tensões.

O S & P / ASX 200 da Austrália subiu 0,48% para fechar em 5.785,10 pontos, impulsionado por ganhos no subíndice de energia, que subiu 2,68%, enquanto o subíndice financeiro avançou 0,46%. As ações da Woodside Petroleum subiram 2,61%, mesmo após o lucro do primeiro semestre não proporcionar surpresas positivas, mas o forte fluxo de caixa operacional da empresa superou as expectativas de analistas. A Origin Energy disparou 5,40% depois de informar que os resultados para o ano que termina em 30 de junho aumentaram para US $ 550 milhões (US $ 430,38 milhões) em comparação com $ 365 milhões vistos há um ano atrás. A empresa optou por não pagar um dividendo no segundo semestre do ano, pois continua a se concentrar em "reduzir sua dívida".

O benchmark australiano também  rastreou o desempenho dos metais durante o comércio asiático, com o cobre em grande parte mantendo-se inalterado, enquanto o minério de ferro foi ligeiramente superior. BHP Billiton subiu 0,3%, Fortescue avançou 0,5% e Rio Tinto caiu 0,1%.

O Índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,86%, com a melhora do apetite por ações bancárias chinesas e cassino. Entre os maiores credores do país, o China Construction Bank subiu 2,15%.

Os mercados continentais tiveram um desempenho misto, mesmo após o FMI revisar para cima sua previsão de crescimento para a China na segunda-feira. O FMI disse que o crescimento seria de 6,4% no período entre 2017 e 2021, porém, a perspectiva de alta veio com o risco adicional de uma maior dívida, fazendo o FMI sugerir para que a China intensifique seus esforços para desalavancagem. O Shanghai Composite recuou 0,14%, enquanto o Shenzhen Composite subiu 0,58%.

O petróleo bruto subiu durante o horário asiático após o American Petroleum Institute, um grupo privado, disse no final da terça-feira que seus dados mostraram uma queda de 9,2 milhões de barris em suprimentos brutos na semana.

EUROPA: As bolsas europeus avançam na manhã desta quarta-feira, com o recuo das tensões geopolíticas na Península Coreana e com investidores rastreando seus pares asiáticos.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,73%, com apenas o grupo de telecomunicações apresentando recuo na abertura da sessão. O benchmark fechou com uma modesta alta de 0,1% na terça-feira. Destaque de alta para a Fiat Chrysler que sobe 3,30%, acumulando um avanço de 8,2% desde segunda-feira após um relatório dizendo que vários fabricantes de automóveis chineses estão considerando fazer uma oferta para a fabricante de veículos ítalo-americana. As ações da Fiat não foram negociados na terça-feira por conta de um feriado na Itália. A Fiat também disse que está se juntando a um consórcio liderado pela BMW para desenvolver tecnologia de autocondução de carros. As ações da BMW sobem 0,5% em Frankfurt.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe e segue para a terceira sessão consecutiva de alta, somando-se a alta de 0,4% da terça-feira, auxiliado por um recuo da libra depois de uma leitura mais fraca do que o esperado da inflação britânica. A leitura inalterada da inflação em julho reduz a necessidade do Banco da Inglaterra de aumentar as taxas de juros para enfrentar o aumento dos preços.

Além disso, as ações da BHP Billiton sobem 1,64% depois que o grupo Elliott Management disse que aumentou sua participação no pesopesado da mineração para 5% nas ações da BHP listadas em Londres. Elliott também sinalizou que voltará a solicitar mudanças radicais manifestada anteriormente. Entre outros pares, Anglo American sobe 2%, Antofagasta e Rio Tinto avançam 2,1% cada.

A taxa de desemprego no Reino Unido caiu para 4,4% em junho, o seu nível mais baixo em mais de 40 anos, ante 4,5% no período anterior. Os números mostram que a força do mercado de trabalho ainda não está se alimentando de um crescimento salarial robusto. Os salários no Reino Unido subiram a uma taxa anual de 2,1% nos três meses até junho. O Banco da Inglaterra, disse que acredita que as taxas de juros no Reino Unido precisarão subir mais rapidamente do que os investidores esperam para manter a inflação sob controle. A inflação anual na Grã-Bretanha foi de 2,6% em julho, bem maior do que a meta de 2% da BOE. Os economistas estão prevendo que o BOE provavelmente aumentará sua taxa de juros no início do ano que vem.

O número de pessoas trabalhando no Reino Unido em junho aumentou para 32,1 milhões, o maior nível já registrado, tanto por cidadãos britânicos, quanto por estrangeiros. O número de cidadãos da União Europeia que trabalham na Grã-Bretanha atingiu um recorde de 2,4 milhões em julho.

EUA: Wall Street aponta para uma abertura positiva nesta quarta-feira, porém com abordagem mais cautelosa antes da última minuta do Federal Reserve, que pode indicar se haverá mais aumentos na taxa de juros neste ano.

O ânimo também se deve ao recuo das tensões geopolíticas e com a surpresa positiva nos dados americanos ontem, quando as vendas no varejo superaram as previsões do mercado.

O evento principal desta quarta-feira, é a liberação da minuta da reunião de julho do Comitê Federal de Mercado Aberto, às 15h00, que pode fornecer pistas sobre o início do encolhimento da carteira de ativos de US $ 4,5 trilhões e se o banco central aumentará as taxas de juros novamente ainda neste ano. As apostas para uma alta na taxa neste ano subiu para mais de 50%, contra 37,4% na sexta-feira, de acordo com os dados do Grupo CME. A mudança do sentimento veio após dados melhores do que o esperado e comentários do presidente do Fed de Nova York, Dudley, na segunda-feira, sugerindo que ele não descarta uma alta de preços para este ano.

Ainda nesta quarta-feira, o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, vai sentar com repórteres, para falar sobre economia e política monetária às 14h00.

Em outras notícias econômicas, o início das licenças de habitação e as licenças  para construção em julho são divulgadas às 9h30.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Housing Starts (índice mensal de construção de novas casas nos Estados Unidos) e Building Permits (índice mensal de permissão para novas construções nos Estados Unidos);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
15h00 - FOMC Meeting Minutes (Ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve);

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,23%
SP500: +0,22%
NASDAQ: +0,29%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 15/08/2017

ÁSIA: O bom humor predominou nas bolsas asiáticas nesta terça-feira, se beneficiando da altas consistentes em Wall Street e do recuo da aversão ao risco. O Índice de Volatilidade CBOE (VIX), considerado o melhor indicador de medo do mercado, foi negociado próximo a 12,3, diminuindo cerca de 20%.

As tensões abrandaram após o líder norte coreano Kim Jong Un dizer na mídia estatal nesta terça-feira que observaria as ações tomadas pelos EUA antes de tomar novas decisões. A Coreia do Norte disse na semana passada que estava considerando planos para atacar a base americana em Guam.

O Nikkei do Japão subiu 1,11% para fechar em 19.753,31 pontos, depois que o índice recuou cerca de 1% na sessão anterior. As preocupações com a Coreia do Norte limitaram a força do iene e dólar voltou acima do nível psicologicamente importante de ¥ 110.

Abaixo, o S & P / ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,47%, em 5.757,50 pontos, impulsionado por ganhos nos serviços de tecnologia da informação, serviços de telecomunicações e no subíndice imobiliário australiano. O setor financeiro altamente ponderado ganhou 0,45%. O subíndice de energia da S & P / ASX caiu 0,9%, enquanto as mineradoras, BHP Billiton e Rio Tinto recuaram 0,2 e 1,3%, respectivamente.

Os mercados da China também apresentaram tendências positivas. Os mercados continentais seguraram os ganhos obtidos na sessão anterior. O Shanghai Composite subiu 0,44%, enquanto o Shenzhen Composto subiu mais 0.40%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng contrariou a tendência regional e recuou 0,28%.

Os preços do petróleo foram negociados próximos à estabilidade depois de cair mais de 2,5% durante o horário ocidental. O petróleo caiu na segunda-feira, à medida que o dólar recuperou e os dados da demanda da China diminuíram as preocupações dos investidores sobre o excesso de oferta nos mercados de petróleo.

Os mercados da Índia e da Coreia do Sul ficaram fechados por conta de feriados.

EUROPA: As bolsas europeias continuam a alta nesta terça-feira, com investidores encorajados pela decisão da Coreia do Norte de não seguir adiante com a ameaça de atacar o território dos EUA, na ilha de Guam, após uma guerra de palavras entre os dois países, no entanto, o líder advertiu que poderia mudar de ideia "se os Yankees persistirem em suas ações imprudentes extremamente perigosas".

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,27%, somando ao salto de 1,1% da segunda-feira. Os setores de recursos básicos e o petróleo e o gás estavam entre os poucos retardatários, enquanto automóveis e alimentos e bebidas registram ganhos nos negócios matutinos. O setor de auto sobe 0,35%, liderado pela Fiat Chrysler, que manteve os ganhos vistos na segunda-feira após os relatórios de que recebeu pelo menos uma oferta de uma montadora chinesa.

O crescimento econômico na Alemanha desacelerou inesperadamente no segundo trimestre. O produto interno bruto cresceu 0,6%, em comparação com 0,7% no início do ano. Os analistas previram uma leitura de 0,7%. No ano, no entanto, a economia cresceu 2,1%, ante 2% revisado no primeiro trimestre. Segundo analistas, a história de sucesso econômico da Alemanha continua e há poucas razões para temer um final súbito para o desempenho atual, mesmo que algum tipo de desaceleração das taxas de crescimento atual pareça quase inevitável. Os "drivers" que apoiam a economia doméstica, como a alta do emprego, salário mais elevado e o consumo do governo, podem perder parte do impulso ao longo do caminho, porém não ficará negativo. O DAX 30 da Alemanha opera em alta.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe pela segunda sessão consecutiva, somando-se ao avanço de 0,6% da segunda-feira. O apetite melhorado ao risco pressionou o ouro para baixo. O metal, que é considerado um refúgio em tempos de incerteza, encerrou uma série de três sessões de ganhos na segunda-feira e os preços à vista de Londres caíram 0,5%. Entre as mineradoras, Anglo American e Antofagasta recuam 0,7% cada, enquanto BHP Billiton e Rio Tinto operam em baixa de 1,4 e 1,1%, respectivamente.

A inflação ao consumidor britânico manteve-se inalterada e o crescimento nos custos dos produtores diminuíram bruscamente em julho, apontando sinais de que uma pressão sobre as famílias britânicas, evidente desde a votação do Brexit no ano passado, pode estar começando diminuir. O crescimento anual dos preços em julho manteve-se inalterado em 2,6%, desafiando as previsões dos analistas, que esperavam um aumento de 2,7%. Impulsionada pela forte depreciação da libra na sequência do Brexit no ano passado, a inflação atingiu 2,9% em maio, a mais alta desde meados de 2013. Como foi o caso no mês anterior, a inflação em julho foi controlada pela queda dos preços dos combustíveis, que compensou o aumento dos custos de alimentos, roupas e utensílios domésticos. A taxa de inflação subjacente, que exclui os produtos mais voláteis, como alimentos, álcool e gasolina, também manteve-se inalterada em 2,4%, mas abaixo dos 2,6% de maio, no entanto, o crescimento anual nos insumos dos produtores desacelerou para 6,5% em julho, ante 10,0% no mês anterior, a maior queda mensal em mais de cinco anos, sugerindo que o impacto da depreciação pós-Brexit da esterlina está começando a se dissipar. A inflação anual dos preços dos insumos atingiu um pico de 19,9% em janeiro e tem diminuído todos os meses desde então. O desenvolvimento da inflação é acompanhado de perto porque será um fator chave na decisão do Banco de Inglaterra de aumentar ou não as taxas antes de 2018.

O governo britânico publicará um livro branco na terça-feira, que descreve planos para um acordo aduaneiro provisório com a UE após o Brexit para permitir o movimento mais livre de mercadorias. Também deve prever o tratamento do direito dos negócios comerciais durante esta fase de transição, algo que não é permitido durante o período de negociação.

Os mercados na Áustria, Itália, Grécia e Polônia estão todos fechados em comemoração ao Dia da Assunção.

EUA: Wall Street se prepara para outro positivo na abertura desta terça-feira, já que as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte continuaram a diminuir após Kim Jong Un ameaçar atacar Guam. Os ganhos ocorrem após fechamento otimista na segunda-feira, quando o índice S & P 500 ganhou 1% pela primeira vez em três meses, o DJIA terminou 0,6% maior, enquanto o Nasdaq Composite Index performou um rali de 1,3%.

Historicamente, as ações inicialmente são afetadas negativamente pelas incertezas das guerras ou ameaça de guerras, com um potencial impacto econômico, mas tendem a avançar antes do conflito acabar. Com a flexibilização do risco geopolítico, os investidores devem voltar seu foco para a política monetária. No resto da semana teremos o lançamento da minuta do Fed antes da reunião de Jackson Hole na próxima semana.

Nesta terça-feira, os holofotes serão direcionados para a agenda doméstica de Trump, que está se preparando para assinar uma ordem executiva sobre projetos de infraestrutura, o que poderia dar um novo impulso às ações dos EUA, visto que prometeu gastar até US $ 1 trilhão para reforçar a infraestrutura dos EUA.

Entre os dados econômicos que serão lançados na manhã desta terça-feira, as vendas no varejo para julho serão divulgado às 9h30 da manhã e os economistas esperam um aumento de 0,4%, em comparação com uma queda de 0,2% no mês anterior. O índice de preços de importados para julho também estará disponível no mesmo horário, juntamente com a pesquisa das fábricas do Empire State para agosto. Às 11 da manhã, um indicador de sentimento para agosto da National Association of Home Builders deve ser divulgado, assim como os números dos EUA sobre vendas e estoques em junho.

Não há autoridades do Federal Reserve programados para falar hoje.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
9h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
9h30 - Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo);
11h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);
11h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
17h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,26%
SP500: +0,22%
NASDAQ: +0,26%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 14/08/2017

ÁSIA: A maioria dos principais mercados de ações Na Ásia fechou em alta nesta segunda-feira após o recuo da semana passada, enquanto altos funcionários dos EUA tentaram minimizar os riscos de um conflito militar com a Coreia do Norte. No final do domingo, o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis e o secretário de Estado, Rex Tillerson, em um comentário publicado no The Wall Street Journal, disseram que a administração Trump continuava buscando soluções diplomáticas para a "desnuclearização irreversível" da Coreia do Norte e que os EUA não tem interesse em mudar o regime ou reunificar as Coreias e acrescentaram que os EUA também não desejam estacionar tropas ao norte da Zona Desmilitarizada. Essas palavras seguiram comentários de domingo do general Joe Dunford, presidente do Estado-Maior Conjunto, de que o exército dos EUA apoiaria o esforço de Tillerson para usar a pressão diplomática e econômica sobre a Coreia do Norte para evitar uma guerra.

Na Coréia do Sul, o Kospi recuperou e fechou em alta de 0,63%, depois de corrigir 3,2% na semana passada, o maior declínio percentual em uma semana desde junho do ano passado.

Após permanecer fechado na sexta-feira para um feriado, o índice Nikkei Stock Average do Japão fechou em queda de 0,98%. Os investidores pareciam ignorar as manchetes de que a economia japonesa cresceu a uma taxa anualizada de 4% no segundo trimestre do ano findo em junho em relação ao ano anterior, superando facilmente a previsão de uma alta de 2,5% em uma pesquisa da Reuters. O aumento das despesas das famílias levou ao sexto trimestre de crescimento consecutivo, no entanto, manter a tendência de crescimento no ritmo atual provavelmente será difícil. "A economia provavelmente permanecerá sólida, mas desacelerará no terceiro trimestre, uma vez que a força da demanda doméstica não deve durar nesse nível", disse o economista de JPMorgan, Hiroshi Ugai.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 subiu 0,65%, para finalizar em 5.730,40 pontos, impulsionado pelos ganhos nos subíndices financeiros, tecnologia da informação, energia e mineração. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton subiu 0,4%, Fortescue avançou 1,4% e Rio Tinto recuou 0,3%.

Os mercados da China fecharam em alta, mesmo que uma grande quantidade de dados divulgados na segunda-feira não atendesse às expectativas do mercado. A produção industrial da China aumentou 6,4% em julho em relação ao ano anterior, abaixo dos 7,2% previstos em uma pesquisa da Reuters. Enquanto isso, o investimento em imobilizado aumentou 8,3% nos primeiros sete meses deste ano, abaixo da previsão de 8,6%. As vendas no varejo cresceram 10,4% em relação ao ano anterior, ficando aquém da previsão de aumento de 10,8%. Anteriormente à publicação dos dados, os investidores estavam preocupados com um possível aperto da política monetária se os dados viessem fortes. Agora, segundo analistas, há menos motivos para se preocupar, visto os dados fracos de hoje. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,36%, enquanto no continente, o Shanghai Composite avançou 0,88% e o Shenzhen Composto saltou 2,01%. 

Os mercados da Tailândia ficaram fechados para um feriado público.

EUROPA: O dia é de recuperação para os mercados europeus, com o abrandamento das tensões geopolíticas depois das declarações de altos funcionários dos EUA tentando minimizar os riscos de um conflito militar com a Coreia do Norte. O humor azedo da semana passada foi estimulado por uma guerra de palavras entre o presidente dos EUA, Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un, que alimentou medos de ação militar de ambos os lados. 

As tensões geopolíticas que levaram investidores a buscar ativos de refúgio nos últimos dias parecem estar dissipando nesta manhã. O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,81%, com todos os setores e principais bolsas em território positivo. O índice bancário europeu lidera os ganhos na segunda-feira, com alta de mais de 1,6%. Os dois maiores bancos da Alemanha, Deutsche Bank e Commerzbank lideram o topo do benchmark, com ambos sendo negociados com alta de mais de 3%. Standard Life Aberdeen sobe 1,7% após a conclusão da incorporação entre a Standard Life e Aberdeen Asset Management. 

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em alta, recuperando do seu menor fechamento desde 8 de maio alcançado na sexta-feira. O benchmark deslizou 2,7% na semana passada, sofrendo o maior declínio semanal desde 21 de abril, quando a primeira-ministra Theresa convocou uma eleição antecipada. As ações das mineradoras, que são sensíveis a questões geopolíticas, registram um dos maiores avanços em Londres nesta segunda-feira. Ações da Glencore sobe 1,5%, Anglo american avança 0,8%, Antofagasta adiciona 1,2%, enquanto BHP Billiton e Rio Tinto operam em alta de 1,2 e 0,4%, respectivamente. As empresas de energia, por outro lado, recuam à medida que os preços do petróleo caem devido preocupações com o aumento da produção da OPEP. Ações da Royal Dutch Shell recuam 0,30%.

A atividade das fábricas, minas e utilidades da zona do euro em junho caiu para seu ritmo mais acentuado em 2017, uma indicação de que a economia pode estar abrandando após uma aceleração no crescimento durante os primeiros seis meses do ano. A agência de estatísticas da União Europeia disse na segunda-feira que a produção industrial foi 0,6% menor em junho do que em maio, enquanto que foi 2,6% maior do que no mesmo mês do ano passado. Foi o maior declínio desde dezembro de 2016 e mais do que os 0,4% previstos pelos economistas.

Como parte do resultado desse levantamento, a economia da zona do euro cresceu a uma taxa de 0,6% no trimestre nos três meses até junho, uma recuperação frente à expansão de 0,5% registrada nos três primeiros meses do ano. Essa aceleração surpreendeu a maioria dos economistas, que esperavam que o crescimento da zona euro diminuísse neste ano em resposta aos preços mais altos do petróleo e níveis elevados de incerteza política, já que os eleitores na Holanda, França e Alemanha escolheram novos governos. Das quatro grandes economias da zona do euro, apenas a Itália registrou um aumento de 1,1% na produção, enquanto a Alemanha e a França registraram declínios de magnitude similar e a Espanha ficou estável. Em toda a zona do euro, a queda de junho teria sido maior se não fosse um salto de 1,8% na produção de energia, uma vez que a produção de bens de capital caiu 1,9% e de bens de consumo duráveis ​​recuou 1,2%.

EUA: Os futuros de ações dos Estados Unidos avançam no início desta segunda-feira, após a queda de 234 pontos na semana passada, impulsionada em parte pelos temor de uma guerra entre os EUA e a Coreia do Norte. As tensões geopolíticas diminuíram durante o fim de semana, enquanto o presidente Trump tratava de assuntos mais urgentes frente ao terrorismo doméstico.

Na semana passada, o Dow recuou 1,1%, com analistas culpando grande parte das vendas a um aumento da guerra de palavras entre Trump e autoridades da Coreia do Norte.

Não há dados econômicos dos EUA de primeira linha esperado nesta segunda-feira e nenhuma autoridade do Federal Reserve deve falar. Na terça-feira deve ser lançado os dados de venda a varejo dos EUA de julho e a minuta da última reunião da política do Fed está na agenda de quarta-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,45%
SP500: +0,57%
NASDAQ: +0,58%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 11/08/2017

ÁSIA: Os mercados na Ásia fecharam em baixa nesta sexta-feira, com investidores reduzindo suas posições em ativos de riscos após os fortes ganhos acumulados no acumulado do ano e o aumento das tensões geopolíticas nesta semana e mantendo a demanda por ativos de refúgio.

O índice de Kospi de referência da Coreia do Sul registrou a sua primeira série de três sessões desde abril e terminou com uma perda de 1,7%, em 2.319,71 pontos, o menor nível desde o final de maio, impulsionado por perdas nas principais ações de tecnologia e varejo. A Samsung Electronics e a SK Hynix fecharam em baixa de 2,79 e 4,66%, respectivamente, enquanto a operadora da loja de departamentos Shinsegae despencou 9,53%. Os investidores offshore venderam 287,1 bilhões de won (US $ 251,5 milhões) em ações listadas no Kospi na sessão anterior, informou o Korean Herald, com o setor de tecnologia da informação assumindo o maior peso da venda. Mas o índice de referência ainda está em alta de 14,5% no ano, o que diz respeito ao quão fortes as ações coreanas e muitos mercados asiáticos performaram no ano.

Os mercados na China seguiu as quedas nas ações globais. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 2,04%. Entre os destaques de mercado durante a sessão, Tencent caiu 4,10% após notícias de que os reguladores chineses estavam investigando a empresa por violações da segurança cibernética. Outras empresas de internet chinesas envolvidas na investigação foram Baidu e Sina, listadas em Nova York.  

No continente, o Shanghai Composite caiu 1,59% e o Shenzhen Composite recuou 1,60%. Pequim advertiu sobre o comércio irracional de metais após o vergalhão de açõ e os futuros de alumínio na China atingirem aumentos de cinco anos nesta semana.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 recuou 1,18%, para fechar em 5.693,10 pontos, impulsionado por perdas na maioria dos subíndices, embora ouro tenha subido. O subíndice financeiro altamente ponderado caiu 1,30%. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton caiu 2%, Fortescue despencou 5,7% e Rio Tinto caiu 4,7%.

Os mercados do Japão permaneceram fechados por conta do feriado do Mountain Day.

EUROPA: As bolsas europeias seguem seus pares asiáticos e recuam nesta sexta-feira, enquanto as tensões geopolíticas se intensificam após o presidente Donald Trump emitir uma nova série de comentários contra a Coreia do Norte. Ele disse na quinta-feira que sua primeira declaração de "fogo e fúria" pode não ter sido suficientemente compreendido. O pan europeu Stoxx 600 cai 1,08% na sessão da manhã com todos os setores e grandes bolsas que se deslocam para o território negativo. Setor de recursos básicos registra o pior desempenho com queda de mais de 3%.

Como resultado, o índice de volatilidade conhecido como VIX subiu para uma alta de nove meses, embora tenha ficado próximo de mínimas recorde no início desta semana, antes que as tensões iniciassem. Assim, os investidores estavam acumulando ativos seguros. O dólar estava em uma mínima de dois meses contra o iene japonês.

Na Itália, as autoridades deram à Telecom Italia mais tempo para divulgar o papel de seu principal acionista Vivendi em administrar a empresa. Em outros lugares, a Volkswagen e a Tata Motors encerraram conversações sobre uma fusão nos mercados emergentes.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai para uma baixa de três meses. Destaque para as quedas da Anglo American que recua 4,3%, Antofagasta perde 4,2%, BHP Billiton e Glencore recua 3,7% cada e Rio Tinto opera em baixa de 3,9% em Londres.

Os preços do petróleo recuam na manhã de sexta-feira com receio de excesso de oferta. A Agência Internacional de Energia anunciou nesta sexta-feira que o mercado de petróleo está sendo re-equilibrado, na medida em que a demanda continua a crescer, mas é necessário mais tempo para que esse sentimento se concretize.

EUA: As ações dos EUAnse preparam para mais perdas nesta sexta-feira, com o índice S & P 500 enfrentando o pior desempenho semanal desde novembro, já que as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte impactando sobre os ânimos dos investidores. Os movimentos refletem o "sell-off" nos mercados de ações mundiais na sexta-feira. 

Na quinta-feira, os três principais índices dos EUA registraram as piores performances desde meados de maio em uma sessão perseguida por preocupações geopolíticas. Um editorial do Global Times, divulgado na quinta-feira, acrescentou pressão sobre os mercados asiáticos. Intitulado "O jogo imprudente sobre a península coreana corre o risco de uma guerra real", o editorial sugeriu que a China permanecerá neutra se a Coreia do Norte for o primeiro motor, mas irá intervir se os EUA tomar a iniciativa.

Os investidores receberão uma atualização sobre a inflação ao consumidor as 9h30 da manhã, observados por sua influência sobre a taxa de juros do Federal Reserve, enquanto uma nova rodada de balanços trimestrais devem  chamar a atenção após Snap Inc. e da Nvidia Corp. divulgar seus resultados no final da quinta-feira.

Na lista dos discursos do Fed, o presidente do Fed de Dallas, Rob Kaplan, está programado para aparecer em uma sessão de perguntas e respostas na Universidade do Texas Arlington, em Arlington, Virgínia, às 10h40 e as 12h30, espera-se que o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, fale em uma sessão de perguntas e respostas na Convenção Anual de Community Community Bankers of Minnesota.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,15%
SP500: -0,23%
NASDAQ: -0,33%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 10/08/2017

ÁSIA: Os mercados na Ásia permaneceram nervosos nesta quinta-feira, embora a escalada das tensões em torno da Coreia do Norte aparentemente tenha diminuído ligeiramente durante a noite. A demanda por ativos de abrigo seguro foi moderada depois de avançar na terça-feira com o "fogo e fúria"  do presidente Donald Trump sobre a continuidade das ameaças do estado de eremita, sugerindo que poderia atacar Guam. Observadores do mercado sugeriram que as tensões pareciam ter esfriado um pouco, mas em um segundo dia de ameaças específicas dirigidas aos EUA, a Coreia do Norte criticou o presidente Donald Trump e ameaçou explicitamente atacar a base militar dos EUA.

A aversão ao risco foi muito forte na Europa, mas teve uma recuperação na sessão dos EUA. As moedas de refúgio mantiveram a demanda, mas os ganhos suavizaram ligeiramente. Os preços do ouro continuou a demanda, negociando em torno da máxima de dois meses. Os preços do ouro spot ficou em US $ 1.279,13 por onça. Durante o horário asiático, o franco suíço cedeu um pouco do terreno depois de subir na quarta-feira, com o dólar comprando 0,9660 francos suíços, ante 0,9629 francos durante o horário ocidental.

A moeda japonesa negociou em 109,94 ienes por dólar, com o dólar recuperando marginalmente depois de atingir a mínima de 109,87 ienes na terça-feira. O Nikkei 225 do Japão caiu 0,05%, para 19.729,74 pontos, com investidores cautelosos antes de um fim de semana de três dias.  Os investidores no Japão também digeriram o anúncio da terceira queda consecutiva nas encomendas de máquinas em junho. As ordens caíram 1,9%, em comparação com uma previsão de 3,7%. As encomendas de máquinas são consideradas uma medida importante, pois ela pode influenciar o sentimento do mercado.

Kospi da Coreia do Sul caiu 0,38% e terminou em 2359,47 pontos, estendendo a perda da última sessão. O won coreano continuou a perder terreno, com o dólar comprando até 1.144,50 won, em comparação com  1,127 do início da semana.

Os mercados na Austrália, que subiram quarta-feira, enquanto os mercados da Ásia-Pacífico caíam, tiveram uma leve queda nesta quinta-feira. O S & P / ASX 200 caiu 0,08%, a 5760,90 em meio à declínios moderados nos subíndices energético e financeiro. Com a alta do ouro, Newcrest Mining, o maior produtor de ouro da Austrália, subiu 3,8%, o seu terceiro ganho seguido. Em sentido contrário, a Rio Tinto caiu 2,3% à medida que a mineradora negociava ex-dividendo, enquanto o rival BHP Billiton caiu 0,7%.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,13%, lideradas por ações do setor financeiro. O HSBC caiu mais de 2%, assim como as principais empresas chinesas. O índice avançou em 19 das 22 sessões no mês passado, antes da recessão de quarta-feira com as crescentes preocupações geopolíticas. Nos mercados continentais desistiram dos ganhos iniciais. O Shanghai Composite caiu 0,42% e o Shenzhen Composite recuou 0,69%.

Assim como em Hong Kong, os bancos recuaram em Taiwan, assim como algumas ações de tecnologia. As fornecedoras da maçã Largan e Hon Hai recuaram.

O banco central filipino manteve sua taxa de referência estável em 3%.

Analistas dizem que embora os riscos geopolíticos na Península Coreana pesem sobre os mercados asiáticos, os investidores devem mudar seu foco para a política monetária no final da semana.

EUROPA: As bolsas europeias recuam na manhã de quinta-feira, enquanto os investidores monitoram novos ganhos corporativos e as tensões geopolíticas em torno da Coreia do Norte. O Stoxx Europe 600 cai 0,47%, liderado por perdas no grupo industrial. Os setores de serviços públicos e de saúde são um dos poucos que apresentam ganhos. O índice de referência pan-europeu caiu 0,7% na quarta-feira, em um "sell-off" provocado por tensões entre os EUA e a Coreia do Norte.

O setor de recursos básicos sofrem no comércio da manhã. A Glencore aumentou sua meta de resultados, mas suas ações caem 1,9%. A maior mineradora do mundo, BHP Billiton disse que vai investir significativamente em seu negócio de níquel, como aumento da demanda por veículos elétricos. Suas ações recuam 0,1% nos negócios da manhã. Entre outras mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 2,3%, Antofagasta recua 1,6% e Rio Tinto perde 2,3%.

A Thyssenkrupp reportou lucros melhores do que o esperado no terceiro trimestre, apoiados por um aumento nos preços do aço. O papel sobe 1,2% na manhã desta quinta-feira.

Em outras notícias corporativas, o banco italiano Intesa Sanpaolo deve comprar o banco privado suíço Banque Morval por um valor entre 150 milhões a 200 milhões de euros (US $ 176 milhões a US $ 235 milhões), informou a Reuters.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai nesta quinta-feira, pesadas por perdas entre os construtores de casas após números fracos no setor imobiliário, enquanto um número de 100 empresas do FTSE negociam ex-dividendo. O setor de utilidade e  ações de petróleo e gás lideram os ganhos. O referencial caiu 0,6% na quarta-feira, quando os investidores fugiram dos chamados ativos de risco à medida que as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte aumentavam.

Entre os dados divulgados na quinta-feira, o déficit comercial do Reino Unido aumentou em junho devido a uma queda nas exportações. O déficit comercial passou de £ 2 bilhões (US $ 2,60 bilhões) em maio para £ 4,56 bilhões (US $ 5,92 bilhões) em junho. Na França, a produção industrial contraiu 1,1% em junho.

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontaram para mais perdas em Wall Street nesta quinta-feira, já que as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte que estavam atenuando, voltaram a aumentar depois que um comandante do exército norte-coreano disse que o "diálogo sadio não é possível com Trump" e "somente a força absoluta pode trabalhar com ele", de acordo com a mídia estatal. A Coreia do Norte também apresentou planos detalhados de como seria lançado um ataque de mísseis nas bases militares dos EUA em Guam.

Do lado corporativo, os investidores receberão os balanços da Macy's Inc. e da Kohl, juntamente com uma atualização sobre os preços ao produtor. 

Na sessão anterior, a tensão geopolítica fez com que o Dow interrompesse uma série de nove sessões consecutivas de alta.

Entre os dados econômicos de hoje, incluem as reivindicações de desempregados semanal às 9h30 da manhã, junto com os preços ao produtor para julho. O orçamento federal para julho está programado para ser lançado às 14h00.

O presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley, falará sobre a desigualdade salarial na região de Nova York às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,25%
SP500: -0,41%
NASDAQ: -0,61%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 09/08/2017

ÁSIA: A maioria dos índices asiáticos fechou em baixa nesta quarta-feira com o aumento das tensões geopolíticas e após a inflação na China ficar aquém das expectativas do mercado.

As tensões geopolíticas aumentaram depois que o presidente Donald Trump advertiu a Coreia do Norte nesta terça-feira ao responder com "fogo e fúria" caso o país prossiga com suas ameaças aos Estados Unidos com o desenvolvimento de seu arsenal nuclear. Seus comentários vieram após um relatório do Washington Post dizendo que o estado eremita criou um Arma nuclear miniaturizada que poderia caber em seus mísseis. Antes do início das negociações, a mídia oficial norte coreana disse que Kim Jong Un ordenou que as forças militares estratégicas examinassem cuidadosamente um plano operacional para atacar a base militar dos EUA em Guam com mísseis.

A demanda por ativos de segurança como o ouro e o iene japonês aumentaram e os rendimentos do Tesouro dos EUA diminuíram após o comunicado.

O iene firmou contra o dólar, com as divisas caindo para 109,71 ienes no início da sessão. O dólar havia chegado até 110,37 ienes durante pregão ocidental. O Nikkei 225 do Japão caiu 1,29% e fechou em 19.738,71 pontos. Os ganhos em moeda corrente geralmente pressionam os mercados de ações do país.

Os preços do ouro também se fortaleceram. O ouro spot foi negociado a US $ 1.265,20 por onça, em comparação com os níveis de US $ 1.261 na sessão anterior. O metal amarelo havia recuado quando o dólar fechou durante o horário americano.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,1% para terminar a sessão em 2.368,39 pontos, enquanto o won também caiu em relação ao dólar.

A inflação na China permanece lenta, com os preços ao consumidor e os preços ao produtor em julho subindo um pouco menos do que o esperado. O CPI cresceu 1,4% nos 12 meses, após um aumento de 1,5% em junho, enquanto o PPI ganhou 5,5%, o mesmo que no mês anterior. Analistas entrevistados pela Reuters esperavam que a inflação ao consumidor permanecesse estável em relação à junho, a 1,5% em relação ao ano anterior, enquanto os preços ao produtor também deveriam permanecer estáveis em relação ao aumento de 5,5% de junho. Segundo analistas, esses números sugerem que a atividade econômica pode estar esfriando enquanto Pequim trabalha para reduzir os níveis da dívida. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,35%, enquanto os mercados do continente fecharam misturados: o Shanghai Composite caiu 0,19%, enquanto o Shenzhen Composite reverteu perdas anteriores para subir 0,34%.

Ainda na China, o alumínio atingiu um pico de dois anos e meio acima de US $ 2000 a tonelada, devido preocupações crescentes com os cortes da oferta do principal produtor da China e uma avaliação positiva das perspectivas de crescimento da demanda na China. A província chinesa de Shandong ordenou que 3,21 milhões de toneladas da capacidade de fundição seja fechada, mais do que o esperado anteriormente, enquanto Pequim intensifica os esforços para reduzir a poluição em suas inchadas indústrias pesadas. A China no início deste ano ordenou que produtores de aço e alumínio em 28 cidades reduzissem a produção durante o inverno enquanto luta contra a poluição atmosférica.

O índice de referência S & P / ASX 200 da Austrália recuperou da queda de ontem e foi na contramão de seus pares regionais, subindo 0,38%, em 5.765,7 pontos, impulsionado por ganhos em seus subíndice financeiro fortemente ponderado, sustentado por um início positivo da temporada de lucros para os maiores bancos do país. Commonwealth Bank, cujas ações enfrentaram pressões nos últimos dias devido possíveis ações do governo contra ela, aumentaram 1,2% à medida que os ganhos  para o ano fiscal melhoraram do que o esperado. Suas ações valorizaram 0,57%.

Os recentes dados econômicos positivos da China deram aos investidores, apoio aos gigantes dos recursos, apesar de um ligeiro mergulho no preço do minério de ferro: BHP Billiton e Rio Tinto fecharam em alta de 0,6 e 0,9%, respectivamente. 

A moeda local afundou para uma baixa de três semanas, seguindo dados de inflação chineses mais suaves do que o esperado e o sentimento do investidor em agosto ficar em uma baixa de mais de um ano. 

O mercado de Cingapura foi fechado para o feriado do dia nacional.

EUROPA: Mercados europeus operam em baixa acentuada nesta quarta-feira à medida que aumentam as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte, depois que o líder norte coreano Kim Jong Un fez uma ameaça explícita de atacar a base militar dos EUA em Guam. 

DAX 30 da Alemanha e o índice CAC 40 da França recuam mais de 1% e esses movimentos contribuem para uma perda de 0,7% para o Stoxx Europe 600 e segue em curso para a maior queda percentual em quase duas semanas.  Nenhum setor do Stoxx 600 se move para cima e os setores financeiros, materiais básicos e industrial lideram as perdas.

Com o aumento das tensões nucleares entre os EUA e a Coreia do Norte, diminui o apetite por ativos de risco (ações, commodities industriais) em favor de refúgios tradicionais (ouro, prata, títulos do tesouro dos EUA, iene japonês, franco suíço). Um salto de mais de 1% no franco suíço relação ao dólar pressiona as ações suíças, puxando o SMI abaixo de 1,3%.

O euro cai para $ 1,1732, abaixo de US $ 1,1752 visto no final de quarta-feira em Nova York.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixa de 0,75%, após o benchmark de Londres subir 0,1% na terça-feira e marcar o seu maior fechamento desde o 2 de junho. Também negociou brevemente acima de seu maior fechamento de todos os tempos, em 7.547,63 pontos, atingido no final de maio. Entre os poucos destaques positivos, a produtora de ouro Randgold Resources sobe 2,44% e Fresnillo avança 2,58%. Entre outras mineradoras, Anglo American cai 0,9%, Antofagasta cai 0,5%, BHP Billiton recua 1,4%, Glencore e Rio Tinto operam em baixa de 0,7%.

Um carro atropelou uma patrulha antiterrorista formada por 16 agentes, que busca combater ataques extremistas e atua no país desde os atentados de 2015, deixando seis feridos nesta quarta-feira, em Levallois Perret, perto de Paris, França. A administração municipal informou que a policia está em busca do motorista de uma BMW preta e por enquanto não descartam nenhuma hipótese. Dois dos feridos foram internados em estado grave no hospital militar Percy, em Clamart. O incidente aconteceu por volta das 8h30 local (3h30 de Brasília) perto da Câmara Municipal de Levallois Perret, na periferia oeste de Paris. 

EUA: Os futuros de ações dos Estados Unidos apontaram para um declínio na abertura da sessão desta quarta-feira, com analistas culpando a escalada das tensões após a Coreia do Norte ameaçar nesta quarta-feira atacar a base militar dos EUA em Guam, depois que o presidente Donald Trump disse que responderia com "fogo e fúria como o mundo nunca viu" se o país asiático não interrompe suas ameaças na terça-feira a tarde. Na terça-feira, o S & P 500, DJIA e Nasdaq Composite recuaram, 0,2% , terminando perto das mínimas da sessão após a dura ameaça de Trump sobre a nação asiática isolada.

Walt Disney cai 3,46% no pré-market após a gigante de mídia anunciar no final da terça-feira, planos para encerrar seu acordo de distribuição com Netflix e lançar seus próprios serviços de transmissão ESPN e Disney. As ações da gigante de streaming Netflix cai 3,6% no pré-market. A varejista Office Depot, a fabricante de medicamentos Mylan e cadeia de fast-food Wendy's estão entre as empresas que devem publicar seus balanços antes do sino de abertura dos mercados.

um relatório sobre os custos de produtividade e mão-de-obra do segundo trimestre está programado para ser divulgado às 9h30 da manhã, com economistas prevendo um crescimento de 0,6% e 1,1%, respectivamente. Às 11h00, um índice de junho para estoques de atacado deve ser divulgado e as 11h30 será divulgado os estoques de petróleo dos EUA. Entre as autoridades do Federal Reserve, o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, deve conversar com repórteres sobre a economia e a política monetária às 14h00.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Prelim Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária);
9h30 - Prelim Unit Labor Costs (mede a variação no custo total do emprego);
11h00 - Wholesale Inventories (dados de vendas e estoques no atacado americano).
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: -0,15%
SP500: -0,24%
NASDAQ: -0,21%
OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 08/08/2017

ÁSIA: Os índices asiáticos fecharam mesclados nesta terça-feira, com o dólar dos EUA enfraquecendo no início da negociação asiática depois de ganhos no dia anterior. Investidores também digeriram os dados comerciais de julho da China. 

As exportações de julho aumentaram 7,2% em dólares, enquanto as importações aumentaram 11,0% em dólares. Analistas entrevistados pela Reuters esperavam um aumento de 10,9% nas exportações chinesas em julho, ante um ano atrás. As importações de julho deveriam aumentar 16,6% em dólares. Em renminbi, as exportações cresceram 11,2% e as importações aumentaram 14,7%. 

A desaceleração das importações parece ter sido impulsionada pela queda de importações de commodities industriais, bem como volumes e preços mais baixos. Os números não foram totalmente decepcionantes, visto que o arrefecimento já havia sido antecipada até certo ponto, mas isso sugere uma possível desaceleração na demanda doméstica no mês passado.

O volume de negociação foi baixo, com analistas atribuindo a falta de grandes lançamentos de dados econômicos e a temporada europeia de férias de verão.

O Índice Hang Seng de Hong Kong inverteu perdas anteriores para subir 0,59%, enquanto no continente, o Shanghai Composite ganhou 0,11% e o Shenzhen Composite subiu 0,36%.

O dólar australiano, que é sensível aos dados econômicos chineses, subiu, assim como o iene japonês, que atingiu seu nível mais forte em relação ao dólar dos EUA.

As ações australianas abriram modestamente mais alto, mas rapidamente deslizaram; O S & P / ASX 200 caiu 0,52%, para fechar em 5.743,75 pontos, impulsionado por perdas nos subíndices de energia e industrias. BHP Billiton recuou 0,2%, Fortescue caiu 2% e Rio Tinto recuou 0,9%. Enquanto isso, subíndice financeiro pesadamente ponderado também recuou com o prosseguimento do escândalo bancário permanecendo no centro das atenções. O Commonwealth Bank of Australia estaria retirando o bônus de seu CEO e anteriormente culpou um erro de software por uma série de transações que violaram a lei contra lavagem de dinheiro. As ações do CBA encerraram 1,07%, em linha com as quedas de seus pares australianos.

O Nikkei 225 do Japão caiu 0,30% e fechou abaixo dos 20 mil pontos, em 19.996,01 pontos, com o iene sendo negociando a  ¥ 110,60, abaixo dos níveis em torno de 110,7 visto na sessão anterior. O iene mais forte prejudica as vendas dos exportadores japoneses.

Do outro lado do Estreito Corano, o índice Kospi da Coreia do Sul subiu 0,17%, para terminar em 2.394,73 pontos. O vice-presidente do Grupo Samsung, Jay Y. Lee, enfrenta acusações ligadas à suborno que derrubou a ex-presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye. Promotores sul coreanos pedem uma condenação de 12 anos, cujo tribunal deverá proferir decisão em 25 de agosto. Samsung Electronics subiu 0,29%, enquanto outras empresas do grupo, incluindo a Samsung Heavy e a Samsung Engineering, foram pressionadas. Korea Electric Power Corporation, viu suas ações subirem 1,14% depois de cair mais de 1,5% no início da sessão. A mudança ocorreu depois que a empresa de serviços públicos anunciou na segunda-feira que o lucro líquido do segundo trimestre caiu próximo de 80%.

Os preços do petróleo subiram depois de negociar em baixa na maior parte da sessão da Ásia. O petróleo havia recuado na sessão anterior devido a preocupações com o fornecimento. A Reuters informou na segunda-feira que a produção do maior campo de petróleo da Líbia se recuperou depois que enfrentou interrupções causadas por manifestantes.

EUROPA: As bolsas europeias operam entre ligeiras baixas e altas, pressionadas por dados comerciais decepcionantes da Alemanha e da China, lançando dúvidas sobre as perspectivas dessas poderosas economias. O Stoxx Europe 600 recua 0,05%, pesadas pelos setores de bens de consumo e materiais básicos, enquanto os grupos de petróleo, gás, serviços e indústrias avançam. O índice de referência pan-europeu terminou em baixa de 0,1% na segunda-feira.

A Alemanha mostrou que as exportações caíram 2,8% em relação ao mês de junho, o primeiro declínio nas exportações deste ano. As importações recuaram 4,5%, aumentando ligeiramente o superávit comercial. Os dados comerciais seguem o relatório da segunda feira que mostrou um declínio inesperado na produção industrial no final do segundo trimestre. Enquanto isso, na França, o déficit da conta corrente aumentou em junho, após as exportações diminuírem ligeiramente.

O DAX 30 da Alemanha e o CAC 40 da França operam em ligeira alta.

No Reino Unido, o British Retail Consortium reportou um menor crescimento nas vendas em julho. As vendas no varejo cresceram anualmente 0,9%, em comparação com um aumento de 1,2% em junho, favorecendo as varejistas. Enquanto isso, a Confederação de Recrutamento e Emprego (REC) disse na terça-feira que a falta de pessoal piorou no mês passado, com recrutadores do Reino Unido estão culpando o Brexit. 

O FTSE 100 do Reino Unido recuam com ações de mineração e bens de consumo pesando sobre o benchmark. Na segunda-feira, o FTSE 100 subiu 0,3% e registrou seu maior fechamento desde 2 de junho. As mineradoras sofrem pressão por conta do lançamento dos dados comerciais chineses, que mostraram um crescimento mais lento em julho do que nos últimos meses. A China é um importante comprador de metais preciosos e industriais. Anglo American perde 0,04%, Antofagasta cai 0,5%, BHP Billiton recua 0,3% e Rio Tinto opera em baixa de 1,1%. As ações de mineração subiram na segunda-feira devido aumento significativo nos preços do minério de ferro.

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontam para poucas mudanças na abertura desta terça-feira, com o Dow e S & P 500 mantendo-se perto de suas máximas de fechamento de todos os tempos. Na segunda-feira, o DJIA alcançou o nono recorde consecutivo, enquanto o S & P 500 também terminou em um novo recorde. O Nasdaq Composite subiu para o melhor fechamento desde final de julho.

Os investidores se preparam para outra rodada de relatórios de ganhos de empresas como CVS Health Corp. e Dean Foods Co.

Sentimento entre proprietários de pequenas empresas saltou em julho, informou a Federação Nacional de Negócios Independentes no início de terça-feira. Um relatório de junho sobre as ofertas de emprego é devido às 11 horas, horário de Brasilia. Nenhuma autoridade do Federal Reserve está previsto para fazer discursos na terça-feira.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
11h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica);

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,01%
SP500: -0,09%
NASDAQ: -0,03%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 07/08/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia iniciaram a semana em alta nesta segunda-feira, com o sentimento ao risco dos investidores melhorando após números de empregos dos EUA melhor do que o esperado na sexta-feira, enquanto aguardam a reação de Pyongyang em relação as novas sanções impostas por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU à Coreia do Norte no sábado devido seus testes ​​de mísseis em julho.

Como resultado, as sanções podem cortar uma receita anual de exportação de US $ 3 bilhões do regime recluso para um terço, mas analistas consideram ser improvável que as sanções impeçam o líder Kim Jong Un de prosseguir suas ambições com as armas nucleares.

Em um telefonema no domingo, o presidente Donald Trump e o presidente sul coreano Moon Jae-in concordaram em aplicar a máxima pressão sobre Pyongyang. Na China, a mídia estatal informou que os EUA precisavam conter sua "arrogância moral" em relação à Coreia do Norte. O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,14%%, continuando a recuperação do "selloff" da semana passada alimentado por um aumento de impostos.

O dólar recuperou, enquanto o rendimento das obrigações aumentou na sexta-feira e ajudou o Nikkei do Japão a sustentar uma alta de 0,52% baseados nos ganhos de exportadores e ações do setor financeiro, que se beneficiam quando o iene se enfraquece e os rendimentos das obrigações aumentam.

Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,93%, para 5.773,60 pontos, com a maioria dos setores em alta. Os setores de energia e materiais ganharam 1,48 e 1,49%, respectivamente, enquanto o subíndice financeiro fortemente ponderado somou 0,98%. As ações do Commonwealth Bank reverteu perdas anteriores para fechar 0,99% maior, após o banco anunciar que um "erro de codificação" no software foi responsável pela "grande maioria" das violações da lei contra lavagem de dinheiro, acusado na semana passada pelo Australian Transaction Reports and Analysis Center e que apresentará sua defesa e que não pretende litigar este assunto publicamente. Ações de outros grandes bancos também subiram.

As principais minas australianas também avançaram a medida que os preços das commodities também subiam. Rio Tinto subiu 1,8%, a Fortescue adicionou 3% e BHP Billiton avançou 1,6%.

Na região da Grande China, o índice Taiex de Taiwan adicionou 0,69%, o índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,46%, enquanto no continente o composto de Shenzhen adicionou 0,74% e o composto de Shanghai inverteu perdas iniciais para fechar em alta de 0,54% após cair nas últimas três sessões da semana passada. O índice aumentou por sete semanas consecutivas, a mais longa série de vitórias desde o início de 2015.

EUROPA: As bolsas na Europa fazem uma pausa na manhã desta segunda-feira, deixando de seguir o rali visto em outros mercados globais após um relatório de empregos mais forte do que o esperado dos EUA na semana passada, limitado por uma leitura da produção industrial alemã.

A produção industrial da Alemanha surpreendentemente caiu 1,1% em junho, marcando o primeiro recuo mensal do índice desde dezembro passado. Os economistas esperavam um ligeiro ganho de 0,1%, no entanto, o ministério alemão informou que no trimestre a produção total aumentou 1,8%. O índice de preços ao consumidor na Suíça em julho aumentou 0,3% ano a ano. O índice de preços Halifax em julho do Reino Unido mostrou um aumento de 0,4% nos preços das casas e 2,1% no segundo trimestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

O DAX 30 da Alemanha opera em ligeira baixa, pesando sobre o Stoxx Europe 600 que recua 0,08%. O benchmark pan-europeu ganhou 1% na sexta-feira, seu maior aumento percentual em três semanas, alimentado pelo relatório de empregos dos EUA. O indicador subiu 1,1% na semana passada.

O grupo holandês PostNL despenca 6,14%, liderando a queda no Stoxx 600 depois que a empresa de entrega de encomendas declarou que o lucro trimestral chegaria na metade do que o esperado, enquanto no lado positivo, o banco italiano BPM sobe 3% e lidera os ganhos do Stoxx 600, após a publicação de resultados em linha com as expectativas e que poderia ganhar até 1,1 bilhão de euros (US $ 1,3 bilhão) com a venda de seu braço de gerenciamento de ativos.

O setor automobilístico sobe após altos relatórios de ganhos de fabricantes de automóveis japoneses. A Toyota saltou 2% depois de aumentar sua perspectiva de lucros.

O setor de recursos básicos superam os seus pares no início do pregão depois que os preços do minério de ferro chinês subiram 7% na segunda-feira com temor de uma falta de provisão no inverno. A Arcelormittal salta quase 3%. Anglo American sobe 2,2%, Antofagasta sobe 0,6%, BHP Billiton avança 1,3%, Glencore adiciona 2% e Rio Tinto opera em alta de 1,4%.

A alta das mineradoras, representam cerca de 89% do setor de materiais básicos e que possui uma ponderação de 8% no FTSE 100, ajudam o benchmark do Reino Unido a manter em torno de uma máxima de seis semanas, após fechar em alta de 0,5% na sexta-feira e marcar seu melhor fechamento desde 19 de junho e cravar um aumento de 2% na semana passada, o maior ganho semanal desde dezembro.

O petróleo recua, com investidores aguardando a evolução da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, que discute o cumprimento das cotas de produção. A reunião de dois dias em Abu Dhabi irá discutir o nível de conformidade dos membros para o pacto de produção que o cartel assinou com outros 10 fornecedores de petróleo, incluindo a Rússia, no final de 2016. O acordo até agora não produziu efeitos significativos em relação a diminuição da produção e consequentemente do estoque global.

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontaram para um começo modestamente positivo nesta segunda-feira, com o Dow tentando outro recorde, com o otimismo alimentado pelos sólidos dados de empregos divulgados na sexta-feira. Na sexta-feira, o DJIA terminou na máxima de 22.092,81 pontos, marcando a nona alta seguida, a série mais longa para o índice desde fevereiro, o oitavo recorde consecutivo e o 34º recorde neste ano. Na semana, o índice ganhou 1,2%. No entanto, historicamente agosto e setembro, são os dois piores meses para os investidores.

Alguns dos oradores do Federal Reserve estarão entre os destaques de hoje. O presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, fará um discurso sobre política monetária e econômica em uma conferência em Nashville, Tennessee, às 12h45, horário de Brasilia. O presidente do Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis, realizará uma sessão de perguntas e respostas em Bloomington, Minn, às 14h25.

Esta será uma semana leve para lançamentos de dados econômicos, com preços ao consumidor, uma atualização importante, sendo divulgado na sexta-feira. Nesta segunda-feira, os investidores terão os dados de crédito ao consumidor para junho às 16h00. Analistas lembram as recentes declarações do Fed, que enfatizou em relação ao monitoramento das tendências de inflação no curto prazo.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
16h00 - Consumer Credit (mede o total de crédito ao consumidor);

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,15%
SP500: +0,09%
NASDAQ: +0,13%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 04/08/2017

ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos fechou em baixa nesta sexta-feira, depois que as bolsas dos EUA sofreram pressão por conta de um relatório de investigação sobre Trump e sua campanha.

O ASX 200 da Austrália caiu 0,25%, em 5720,60 pontos, pesado pelo sub-índice financeiro fortemente ponderado. As ações do Commonwealth Bank caíram 3,87%. A agência de informações e inteligência financeira do governo australiano alegou na quinta-feira que o banco violou as leis de lavagem de dinheiro ao permitir que suas máquinas automáticas aceitassem depósitos de grande valores sem monitorar as identidades dos usuários, mesmo quando os depósitos excediam 10.000 dólares australianos, o limite para informar a transação para os reguladores. A denúncia diz que pode ter havido mais de 50.000 violações relacionadas com lavagem de dinheiro. Em um comunicado, a CBA, o maior banco da Austrália, disse que estava revisando o pedido e apresentaria sua defesa. Entre outros bancos, a ANZ caiu 0,3%, a Westpac recuou 0,54% e National Australia Bank subiu 0,20%.

As ações da Sims Metal despencaram 12,47% depois que a empresa anunciou seu lucro para todo o ano fiscal, antes de juros e impostos ficaria entre US $ 180 milhões e US $ 185 milhões e que o CEO e o CFO poderiam sair. Entre as principais mineradoras australianas, BHP Billiton subiu 0,5%, Fortescue avançou 0,8% e Rio Tinto fechou em alta de 1,8%.

O Nikkei do Japão caiu 0,38%, em 19.952,33 pontos, enquanto o índice Topix recuou 0,15%, com o dólar caindo abaixo de ¥ 110, para uma baixa de sete semanas no início do pregão. Os rendimentos das obrigações tiveram novas quedas após o Banco da Inglaterra cortar na quinta-feira as previsões de crescimento econômico, encerrando a perspectiva de maiores taxas de juros no Reino Unido neste ano. Uma moeda doméstica mais forte e preços dos títulos maiores são pontos de pressão para exportadores e seguradoras japonesas.

Do outro lado do estreito coreano, o Kospi terminou 0,36% maior,depois de vacilar entre positivo e negativo durante toda sessão.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,12% e no continente, o Shanghai Composite perdeu 0,35% e o Shenzhen Composite recuou 0,57%.

O Wall Street Journal informou na quinta-feira que Robert Mueller, o conselheiro especial que supervisiona a investigação de um possível conluio da campanha de Trump com a Rússia, criou um júri em Washington, que segundo o jornal, significa que a investigação se intensificar e pode se estender "por meses". Analistas disseram que embora a notícia não seja particularmente uma "grande surpresa", o fato serviu para os rendimentos do dólar e do Tesouro caíssem um pouco antes do fechamento do mercado americano.

O índice do dólar, que mede o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado em 92,752, recuando de níveis acima de 93,200 visto no início da semana. Em meio à aversão ao risco, o iene japonês se fortaleceu em relação ao dólar, com o par sendo negociado a 109,82, em comparação com os níveis acima de 111,0 alcançados na semana anterior.

Enquanto isso, o dólar australiano caiu para US $ 0,7930, ante cerca de US $ 0,7955 após a declaração de política monetária do Reserve Bank of Australia (RBA), indicando que o banco central estava mais confiante com o crescimento econômico e não esperava que o desemprego ou o crescimento dos salários melhorassem muito. O RBA também criticou a recente força do dólar australiano, advertindo que poderia pesar sobre o crescimento e a inflação. Analistas disseram que a declaração implica que a RBA poderia aumentar as taxas de juros antes do esperado e há dúvidas se o crescimento do PIB ou da inflação corresponderá às expectativas do banco, o que significa que as taxas podem ficar em 1,5% por mais dois anos ainda. No início da semana, o RBA manteve sua taxa inalterada em 1,50% e o governador Philip Lowe disse que as previsões do banco central para a economia australiana estão "praticamente inalteradas".

EUROPA: Os mercados europeus avançam ligeiramente na manhã desta sexta-feira, com investidores monitorando os relatórios trimestrais, reagindo às incertezas políticas na Casa Branca e aguardando os números do relatório oficial de emprego americano. O índice Stoxx Europa 600 sobe 0,09%, liderado por serviços ao consumidor, saúde e finanças, enquanto os setores de utilidade e materiais básicos imprimem ganhos modestos. O benchmark pan-europeu segue em curso para um aumento semanal de 0,1%, o que marcaria o primeiro aumento semanal em três.

Swiss Re cai 3,16% e é uma das ações que lideram a baixa no Stoxx 600, após a companhia de resseguro com sede em Zurique dizer que o lucro líquido do primeiro semestre caiu para US $ 1,21 bilhão, ante US $ 1,87 bilhão no mesmo período do ano passado. O resultado obteve um golpe de US $ 360 milhões devido solicitações de indenizações por conta do Cyclone Debbie, que percorreu a região australiana no final de março.

Entre as mineradoras listadas em Londres operam em território positivo. Anglo American sobe 1,3%, BHP Billiton sobe 0,3%, Glencore avança 0,9% e Rio Tindo sobe 2,1%.
O banco central do Reino Unido manteve taxas de juros em níveis ultra baixos na sessão anterior.

EUA: Os futuros de ações americanos avançam a espera do relatório de emprego de julho que poderá ajudar na orientação do próximo movimento de política do Federal Reserve. Dow Jones Industrial Average deve caminhar para o seu oitavo registro de alta após subir para 22.026,10 pontos na quinta-feira.

O foco principal nesta sexta-feira é o relatório de emprego para julho, programado para ser lançado às 9h30 da manhã, horário de Brasilia. Os economistas esperam que 180 mil empregos tenham sido adicionados à economia dos EUA no mês passado, enquanto a taxa de desemprego deve cair para 4,3%, ante 4,4%. Os ganhos salariais devem expandir expansão, mostrando crescimento de 0,3% em comparação com 0,2% de junho.

O relatório é considerado crucial para o Federal Reserve, pois ela deve decider se eleva as taxas de juros mais uma vez neste ano ou mantê-lo em espera. Depois de uma série recente de leituras econômicas fracas, os investidores estão começando a duvidar de um maior aperto monetário no curto prazo. Essas dúvidas ajudam a enviar o dólar para baixo.

Não há membros do Fed programados para falar publicamente na sexta-feira.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
9h30 - Trade Balance (balança comercial - mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);


ÍNDICES FUTUROS - 8h40:
Dow: +0,28%
SP500: +0,13%
NASDAQ: +0,17%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 03/08/2017

ÁSIA: Os índices asiáticos fecharam em baixa nesta quinta-feira depois que o Dow fechou acima dos 22.000 pontos e o dólar apresentar uma ligeira recuperação.

O Nikkei do Japão caiu 0,25%, para fechar em 20.029,26 pontos, com o dólar enfraquecer contra o iene japonês, fechando em ¥ 110,65.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 deslizou 0,16% e fechou a sessão em 5.735,12 pontos, impulsionado pela fraqueza nos subíndices de materiais e serviços de telecomunicações e financeiro. A gigante da mineração Rio Tinto caiu 2,6%, apesar de publicar lucros no primeiro semestre e que mais dobrou seu dividendo. Suas rivais BHP Billiton caiu 0,8% e Fortescue Metals recuou 1,2%. Os futuros chineses de vergalhão de aço ficaram perto de seu nível mais forte em mais de quatro anos, apoiados pela demanda firme e por uma maior oferta após a repressão de Pequim na produção de aço de baixo teor. Segundo analistas, a força sustentada no mercado de aço poderá manter as margens de lucro dos produtores chineses até o final do ano, acrescentando que deverá estimular o apetite por minério de ferro como matéria-prima. A barra de vergalhão na Bolsa de Futuros de Xangai subiu 0,1% para 3724 yuans (US $ 698) a tonelada. O produto para aço de construção atingiu 3759 yuan na terça-feira, a cotação mais alta desde setembro de 2013.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,28% e no continente o Shanghai Composite deslizou 0,35% após o lançamento do PMI de serviços da China pela Caixin Media, que mostrou um crescimento mais lento do que no mês anterior. O PMI de serviços para julho ficou em 51,5, um pouco abaixo da leitura de 51,6 de junho. O número de julho também coincidiu com a leitura de abril, que foi a mais baixa desde maio de 2016.

Os mercados da Coreia do Sul registraram algumas das quedas mais íngremes da região, com os Kospi recuando 1,68%, em 2.386,85 pontos. O índice mais amplo Kosdaq caiu 2,19% para terminar em 643,09 pontos. Ainda assim, analistas de mercado consideraram a queda como um desenvolvimento saudável após subir mais de 20% em 2017, registrando uma das melhores performances na região. Um grande ponto de pressão foi a gigante do índice Samsung Electronics que caiu 2,5% após o chefe de fato do conglomerado testemunhar pela primeira vez em um julgamento sobre corrupção.

Para o mercado em geral na Coreia, a perspectiva de um maior imposto de renda corporativo e pessoal sob a nova liderança do país também está pesando sobre o sentimento dos investidores.

EUROPA: Os mercados europeus operam em ligeira baixa na manhã desta quinta-feira, com investidores monitorando novos relatórios trimestrais e reagindo ao rompimento da barreira dos 22.000 pontos pela primeira vez em 121 anos de história por parte do Dow Jones. O Stoxx Europe 600 abriu em baixa de 0,17% e opera em ligeira alta de 0,04%. O benchmark pan-europeu pode registrar seu segundo declínio consecutivo na quinta-feira, já que caiu 0,4% na quarta-feira.

As ações de petróleo, gás e telecomunicações registram as piores performance no pan-índice. As ações da refinaria de petróleo finlandesa NESTE afunda 6,46% após o lucro operacional da empresa cair de 282 milhões de euros no ano anterior para 236 milhões de euros  no primeiro semestre. Os analistas previam um lucro operacional de 244 milhões de euros.

Siemens cai 3,16% após a empresa anunciar queda nos pedidos no terceiro trimestre. O lucro líquido aumentou para € 1,46 bilhão de euros (US $ 1,73 bilhão), acima da estimativa de 1,36 bilhões de euros dos analistas. UniCredit dispara 5,05% após o maior banco da Itália em ativos dizer que o lucro líquido do segundo trimestre subiu para 945 milhões de euros (US $ 1,1 bilhão), auxiliado por taxas e comissões mais altas, além de menores provisões para empréstimos incobráveis.

No Reino Unido, o FTSE 100 abriu em queda pesada por ações ligadas às commodities, mas opera em ligeira alta com a recuperação de ações de varejistas, indústrias e finanças. Investidores esperam a "Super Quinta" do Banco da Inglaterra (a decisão de taxa de juros, o Relatório de Inflação de agosto e a minuta da reunião de política monetária). O índice de Londres fechou 0,1% menor na quarta-feira.

Analistas de mercado observam que em junho, o chefe do BOE disse estar preparado para aumentar as taxas de juros se a atividade comercial do Reino Unido aumentasse. Se tiver alguma mensagem similar na conferência de imprensa de hoje, este seria outro sinal para os touros entrarem em ação. Os investidores também analisam os números do setor de serviços, que representa cerca de 80% da atividade econômica britânica. O índice PMI de serviços da IHS Markit / CIPS para julho aumentou para 53,8, ante 53,4 em junho. Esperava-se chegar a 53,5 em julho, de acordo com uma pesquisa feita por economistas.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,7%, Antofagasta sobe 0,4% e Rio Tinto avança 0,8%. Em sentido contrário, BHP Billiton cai 0,4% e Glencore recua 0,1%. Destaque para Randgold Resources que salta 3,36% após a produtora sul africana de ouro dizer que está em curso para atender a maior demanda de produção de 2017  e que o lucro antes do lucro do segundo trimestre subiu para US $ 150,2 milhões.

EUA: Os futuros de ações dos EUA parece perder um pouco do apetite de ontem após o Dow ultrapassar os 22.000 pontos, o que pode significar um recuo técnico abaixo dos 20 mil, apenas um dia depois de atingir esse nível pela primeira vez em 121 anos.

Os investidores também acompanham outra rodada de resultados trimestrais, com Kellogg e Tesla entre os destaques. Novas leituras sobre reivindicações de desempregados, pedido às fabricas e um indicador de não fabricação também são susceptíveis de obter alguma atenção por parte do mercado.

Como esperado, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um projeto de lei na quarta-feira que impôs novas sanções à Rússia, Coreia do Norte e Irã.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
10h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI  (índice baseado em pesquisas com 400  empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos, feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis).

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,01%
SP500: -0,03%
NASDAQ: +0,12%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.